Salto Quântico e Pensamento Mágico


Nos tempos atuais onde acrescentar a palavra quântico torna tudo tão fantástico….

 


: DD

 

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A Cura Quântica


Neste final de ano de muito calor eu quase não li. Aproveitei mais para rever alguns livros que tenho, buscando passagens interessantes ou que porventura tivessem sido deixadas de lado.

Mas neste final de semana visitando uma livraria encontrei um livro do Deepak Chopra: A Cura Quântica, antigo já o livro, a primeira edição data de 1989.

Cura Quântica

Ainda estou lendo, bem lentamente para não acabar logo!!!

Gostei bastante do livro, da linguagem e também da abordagem sobre o assunto da cura.

: p

Dimensões


Nos meios esotéricos fala-se muito em dimensões. E este falar contém muitos desejos, muita imaginação e muita fantasia.

 Este falar une uma evolução ao aumento das dimensões.

 Como se seres mais evoluídos vivessem em dimensões maiores.

 Nós, subdesenvolvidos seres humanos da 3ª dimensão, olhamos com avidez os habitantes da 5ª dimensão, quase da mesma forma que um habitante pobre de uma região qualquer do globo olha seus irmãos de países desenvolvidos.

 E apesar de uma grande, imensa, tentativa de comprovar este fato, de justificar esta afirmativa pouco pode ser considerado após uma análise isenta e racional. Em outras palavras: há muito delírio e fantasia e pouco conhecimento concreto.

 Mesmo que a subjetividade será inerente neste processo, mesmo que seja necessário alçar-se a estados meditativos e ampliados de consciência para atingir estas dimensões o que sobra ao final é muito pouco confiável, a tradução é incorreta.

 Uma breve pesquisa na net nos oferece uma gama imensa de teorias absurdas, de conceitos equivocados e de afirmações inexatas. Ao mesmo tempo em que parecem fascinar cada vez um número maior de pessoas.

 Talvez seja uma reação natural. Talvez o ser humano não consiga viver sem estas extravagâncias, sem estes delírios de seres mais evoluídos, sem a paz que é oferecida pela crença de que alguém melhor do que nós virá nos salvar de nós mesmos!

 Como se irmãos mais velhos vindos de outras dimensões surgissem no planeta e em um passe de mágica todo os nossos problemas fossem resolvidos. De preferência sem stress, sem trabalho, sem custo e, principalmente sem dor e sofrimento.

 E, se observarmos, este sentimento é antigo. A maioria das civilizações humanas sempre acreditou neste salvamento providencial. É claro que antigamente pouco importava de que dimensão viria o salvador, o importante sempre foi que existiria um salvador. Ou seja, alguém que faria aquilo que não queremos fazer.

 E não queremos mesmo. Não queremos melhorar e nem melhorar o planeta.

 Queremos viver!!!!

 Não importa o que isso signifique ou custe.

 Viver é importante. E viver é comer, beber e se divertir.

 Trabalhar? hummm, trabalhar na maioria dos casos é uma obrigação que se cumpre para poder viver. É um mal necessário.

 

 Neste ponto eu gostaria de mencionar que não estou deprimido! :>>

 Também não estou indignado com algo ou alguém, que não estou descrente do ser humano, que não estou sem fé no futuro. Ou algo semelhante.

 Estou bem crítico.

 Estou bem observador.

 Estou bem consciente.

 E estou bem tranquilo.

 Mesmo que o ser humano destrua a si mesmo e ao planeta, apesar da perda ser imensa, a vida continua. Ainda seremos espíritos e continuaremos a plasmar nossas crenças em um lugar qualquer do astral. Ainda teremos nossos problemas e necessidades, continuaremos iguais, apenas não teremos um corpo físico!!

 

 Dois vídeos interessantes para complementar este texto:

 O primeiro está dividido em algumas partes e é sobre as dimensões, é necessário ativar as legendas em português no canto inferior direito do vídeo:

 

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O segundo é sobre os humanos e o planeta:

 

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Inércia


A 1a lei de Newton fala que um corpo permanece em repouso, ou em movimento, até que uma força atue sobre ele.

Aqui um experimento para visualizar melhor:

As vezes eu penso a inércia em termos de sentimentos e de pensamentos.

Muitas vezes a gente “segue” sentindo alguma coisa sem se dar conta disto. Também “seguimos” pensando algumas coisas sem estar conscientes.

Isto ocorre tanto com bons pensamentos quanto com maus, tanto com bons sentimentos quanto com maus.

Creio que ambos são equivocados. Ou seja, de que adianta você continuar a se sentir feliz mesmo quando a razão, a causa, da sua felicidade já terminou? De que adianta você continuar a pensar de uma determinada forma se a razão do pensar já está no passado.

A gente aprende a pensar de uma determinada forma e não muda mais isto, até que esta forma de pensar se torne ultrapassada, não sirva mais, mas só vamos modificá-la a partir do momento que acontece algo em nossa vida que motive esta revisão. As vezes alguém nos dá um “toque” sobre uma forma de pensar equivocada. As vezes um curso mostra isto.

Creio também que pensamentos são mais fáceis de serem mudados. A partir do ponto em que uma razão lógica nos seja mostrada começamos o processo de mudança. Pode demorar, podemos voltar ao padrão antigo mas vamos aos poucos nos modificando.

Mas sentimentos e emoções que estejam de atuando de forma inercial são bem mais complicados.

Primeiro porque são subjetivos, são pessoais. Depois porque nos apegamos a eles. e por fim porque não temos consciência deles.

Mesmo quando alguém nos avisa, nos adverte, mesmo quando a vida sinaliza que determinada emoção não é mais necessária não temos a percepção necessária para modificar isto.

Muitas vezes gostamos tanto de sentir algo que não conseguimos abrir espaço para a mudança.

A inércia com bons pensamentos e boas emoções ou sentimentos não chega a causar grandes danos, apesar de ser esta uma afirmação que precisa ser observada caso a caso. Uma pessoa com uma inércia de bons pensamentos pode se tornar otimista em excesso e acabar por fazer escolhas equivocadas com base neste otimismo inercial.

Mas eu creio que uma inércia de pensamentos negativos causa um dano muito maior. Pois entramos em uma espiral descendente e nos envolvemos cada vez mais com a tristeza, a melancolia e isto pode se tornar uma caso de depressão.

Tenho percebido, e enfrentado, uma inércia em relação ao desanimo. Ele surge em alguns momentos ligado a uma certa melancolia, uma certa tristeza. Por alguma razão que ainda não percebi estes momentos se tornam inerciais, ou seja, se prolongam além do necessário. E eu fico sentindo aquela melancolia sem razão, sem função, por um longo período.

Já notei que estou no ponto de perceber a inércia, a continuidade sem razão do sentimento. Levo mais algum tempo para tomar consciência de que preciso modificar aquilo, que não há mais razão para a melancolia. E a partir deste momento consigo efetivamente alterar meu estado emocional e mental e alterar a situação que estou vivendo.

Mas existem outras tantas situações onde a inércia se manifesta e eu ainda não consigo perceber.

É preciso mais atenção!!

Pensar, e escrever, sobre isto vai me levar ao ponto de observar com mais precisão estes momentos.

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