Reiki o caminho da energia


O caminho energético é o Reiki.

Mais, muito mais do que um sistema de cura por imposição de mãos o Reiki nos oferece uma via de aprendizagem e experimentação tranquilo, seguro e compassivo.

Não há riscos no caminho do Reiki.

Você não vai se acomodar ou enjoar as práticas pois existem várias e outras tantas podem ser adaptadas ou criadas.

Você não vai se machucar. Nem física nem emocionalmente.

Você não vai se acomodar mentalmente, pois existem desafios que nos impelem para diante.

Você não vai causar mal para os outros, muito pelo contrário, vai colaborar com a aprendizagem dos outros.

E, apesar de algumas práticas necessitarem de disciplina, o Reiki não via exigir nenhuma ação consciente ou inconsciente de você. O Reiki flui de forma autônoma.

Você vai desenvolver um senso de respeito pelo outro. Pois poderá substituir qualquer ação, física, emocional ou mental pelo envio do Reiki. Não é necessário mais invadir a existência do outro com a nossa vontade, com a nossa energia com a nossa visão de mundo. Basta enviar o Reiki.

Você vai se conhecer mais, vai observar e identificar os seus limites. Começando pelo corpo físico, com as suas necessidades, passando pelo corpo emocional, pelo mental e chegando ao aspecto espiritual.

Não há pressa neste caminho. Como parte do respeito e do conhecimento de si mesmo você vai estabelecer de uma forma muito natural o seu próprio ritmo. Vai experimentar várias opções e ao final vai se acomodar naquele que é o melhor para você.

Este caminho é integrativo, ele não dispensa outros caminhos, como a meditação, o desenvolvimento do intelecto.

Mas este é um caminho que faz muita falta para o seres humanos. Faz falta porque insere me nossa vida a energia. E sem energia não se faz nada. Ficamos apenas na vontade, nos sonhos que não se realizam.

Para aqueles que afirmam poderem prescindir deste caminho eu digo que observem o custo. Qual custo? O curso energético, que é pago com a debilidade do corpo físico, com a debilidade do emocional e do mental e com a falta que faz o espiritual. O custo que inviabiliza a integração de todos estes fatores.

O custo, esta debilidade, se manifesta desde a doença até a falta de vontade e a dispersão da mente.

O caminho energético do Reiki é fundamental.

Mas muitos ainda não se perceberam disto. É natural, é uma aprendizagem, em outro nível mais é. Precisa ser respeitada como aprendizagem.

Mas para aqueles que estão despertando para estas questões, que começam a observar o mundo como muito mais do que o aspecto material este caminho vai fazer uma falta muito grande se não for considerado.

Vamos todos pensar a respeito, vamos todos falar sobre isto. Não só aqueles que já estão no caminho mas também aqueles que estão ponderando sobre ele.

Vamos compartilhar com nossos familiares, amigos e colegas esta possibilidade. Vamos dividir este conhecimento.

É importante que aqueles que já conhecem, que já colhem os benefícios, espalhem a informação. Falem sobre isto. Sem erguer uma bandeira e criar inimigos. Não há ninguém para ser vencido, não há nada para ser conquistado. Há, isto sim, muito para ser compartilhado, com respeito e gentileza.

Gratidão a todos!

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Sobre o processo curativo


Eu menciono muito nos meus atendimentos e nos cursos que ministro que o reikiano não é um curador. Mesmo um terapeuta em Reiki não é um curador.

Eu acredito firmemente que ninguém cura ninguém.

E eu acredito firmemente que reikianos e terapeutas são facilitadores. São pessoas que transmitem mais do que a energia do Reiki. Eles transmitem confiança e conforto para as outras pessoas.

Não somos curadores, mas somos cuidadores. Cuidamos de nossos clientes e alunos, nos dedicamos a eles e estabelecemos uma profunda relação de confiança, com isto inspiramos um otimismo e uma nova perspectiva de vida capaz de mobilizar as energias das pessoas para que elas próprias se curem, para que elas mesmas promovam a cura de que tanto necessitam.

É claro que o reikiano como um canal de energia é uma parte importante no processo, pois sem a energia que este canal oferece a cura que o cliente busca pode demorar muito tempo para ocorrer. Mas é preciso estar atento para não nos deixarmos iludir com o fato de que somos curadores, não somos.

Penso também que em épocas mais remotas existiam curadores, os xamãs. Naqueles tempos o nível de consciência das pessoas era muito pequeno e então estas intervenções externas eram necessárias, eram capazes de recolocar a outra consciência no caminho correto.

Mas hoje em dia o nível de consciência de muitos de nós aumentou muito o que facilita o processo de cocriação da realidade. Dentro deste contexto a função do curador se tornou obsoleta.

Entretanto, estabelecer a relação de confiança necessária para a cura ocorrer é um processo complicado. Exige do terapeuta diversas habilidades. Dentre elas a capacidade de se relacionar bem com seu lado feminino, pois quem cuida é o feminino!

Todos nós temos os dois aspectos em nosso ser, um aspecto feminino e outro masculino. Em cada um de nós há uma preponderância destes aspectos e, ao mesmo tempo, uma oscilação. Podemos usar nossos dois aspectos de forma simultânea e equilibrada. E para um terapeuta isto é fundamental, obter este equilíbrio e passar esta informação para o cliente.

Quando deixamos apenas um dos aspectos se manifestar dificultamos a relação de confiança, aumentamos o tempo necessário para a cura se manifestar. Mesmo nesta situação ocorre um aprendizado, natural na maioria das vezes e consciente em alguns poucos casos. Assim encontramos terapeutas com seu lado feminino ou masculino muito desenvolvido o que define basicamente as técnicas que usa durante a terapia, ou técnicas mais agressivas e invasivas ditas masculinas, Yang, ou técnicas mais sutis e pouco invasivas ditas femininas, ou Yin.

Cabe ao cliente observar este aspecto de atuação e questionar, o que é o mínimo, do terapeuta se esta ação é a mais indicada para ele ou se deve procurar outra. Alguns clientes já tomam a decisão, por intuição ou por experiência própria, pois já sabem como aquele tipo de terapeuta atua e se esta forma é a que ele necessita. Mas cabe também ao terapeuta observar esta questão e, alterar a técnica usada quando possível, ou então encaminhar o cliente para outro terapeuta.

Tenho observado esta consciência, de ambos os lados, se desenvolver muito nos últimos anos, o que é muito benéfico para todos.

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