Sal Grosso


O sal grosso é utilizado como um poderoso elemento capaz de purificar o corpo e ambientes.

Conheço esta utilidade do sal grosso há muitos anos, desde pequeno costumo usar e ver pessoas recomendarem um banho com sal grosso como forma de purificação.

O uso é durante o banho, no final do mesmo, onde se joga alguns punhados de sal sobre o corpo, espera-se alguns minutos e depois deixa-se correr a água sobre o corpo para remover os pequenos cristais.

  • Existe um ponto com o qual eu discordo: normalmente recomenda-se jogar o punhado do sal do pescoço para baixo. Eu coloco um punhado em cima da cabeça e depois deixo a água do chuveiro carregar para todo o corpo. Pesquisando na net a gente encontra uma série de razões para justificar isto, mas nenhuma delas me convence, principalmente porque eu me sinto bem melhor colocando na cabeça!!

Outro aspecto interessante é que não devemos fazer isto todos os dias, é preciso deixar um pequeno intervalo, alguns dias, entre uma aplicação do sal e outra.

  • Também é conveniente tomar banho com uma essência, com flores por exemplo, para ajudar a atrair boas energias. Intercalar com sal grosso é uma ótima ideia, tipo um dia com sal e no outro com a essência;
  • Gosto bastante de usar a essência de Magnified Healing no banho. Junto com uma prece para a Kwan Yin.

Buscar razões racionais, científicas, para verificar a razão da atuação do sal grosso é, de certo modo, uma perda de tempo. Não há nada de muito racional nisto, pelo contrário, existem algumas explicações que são totalmente infundadas. Mas experimentar e observar os resultados é muito interessante.

Na minha juventude o banho de sal grosso estava muito ligado a Umbanda e a orientações de Orixás. Talvez venha desta época o costume. O certo é que quando me sinto um pouco pesado ou stressado em excesso recorro a esta prática e me sinto bem melhor.

Um site interessante com diversas informações: clique aqui.

Fica a sugestão para que se experimente e observe o resultado!

Uma outra alternativa é o banho de mar, que cumpre a mesma função!!

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Hobbit – Far over the misty mountains cold


Gostei imensamente do filme O Hobbit. A música é uma capítulo especial desta bela obra. Talvez eu compre o do filme quando estiver disponível.

Uma brilhante interpretação de uma das músicas do filme O Hobbit:

A letra da canção:

Far over the Misty Mountains cold,
To dungeons deep and caverns old,

The pines were roaring on the heights,
The wind was moaning in the night,
The fire was red, it flaming spread,
The trees like torches blazed with light.

E a tradução (ou tentativa):

Longe sobre as Montanhas enevoadas e frias,
Para masmorras profunda e cavernas antigas,

Os pinheiros estavam rugindo nas alturas,
O vento gemia na noite,
O fogo era vermelho, flamejante se espalhava,
As árvores como tochas brilhavam luminosas.

Mais uma: Song of the Lonely Mountain – Neil Finn

E aqui uma interpretação em um violoncelo:

E uma versão em harpa:

Agora uma versão em flauta transversal:

Aqui a música Old Friend:

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Não-resistência


Estes dias eu escrevi um post sobre a resistência e como isto se manifestava mais declaradamente nos signos de Terra.

Hoje eu vou escrever sobre o inverso, ou seja, sobre a não-resistência.

A não-resistência seria aquilo que temos mais facilidade, aquilo que nos atrai de forma mais intensa e sobre a qual poucas vezes paramos para pensar ou observar.

Afinal, qual a utilidade de se observar algo que fazemos tão naturalmente?

Por qual razão vamos questionar algo que fazemos sem nenhum esforço?

Creio que pela mesma razão que observamos com atenção as nossas resistências. Para nos conhecermos melhor.

Cada um de nós tem algumas qualidades, ou características, que se sobressaem. Nem todos aproveitam da melhor forma possível estas qualidades naturais, alguns de nós conseguem e outros não, isto depende de tantos fatores que nem vale a pena enumerar.

O mais importante é que precisamos observar quando estamos agindo de forma automática, sem questionar, sem notar que seguimos mais por costume, por hábito do que por racionalidade.

Nem sempre seguir o que fazemos naturalmente pode ser a melhor escolha. Isto se deve ao fato de que nestes casos não damos a atenção necessária para a situação, pois confiamos em nós mesmos e esta forma automática de agir nos poupa “trabalho”.

Entretanto, nem tudo aquilo que deixamos no automático é a melhor escolha. Nem tudo o que fazemos naturalmente da melhor forma é a melhor escolha, ou vai nos conduzir para um melhor resultado.

É preciso atenção.

Notar a resistência ou a não-resistência é praticamente a mesma coisa. Nos dois casos o automatismo da reação nem sempre é o melhor caminho.

O processo de percepção é lento, principalmente no começo, mas aos poucos vamos percebendo com mais facilidade.

Um outro aspecto importante é que ao longo do processo de identificar estas duas situações um dos resultados que vamos obter é um nível maior de energia em nosso ser, junto com esta energia o aumento de lucidez. Isto se deve ao fato de que todas as atividades de nosso ser que são feitas de forma inconsciente nos drenam mais energia do que deveriam. Só a partir do momento em que estamos conscientes é que o uso da energia se torna mais racional.

Comece lentamente a observar em si mesmo os processos mentais onde as suas escolhas e atitudes se manifestam sem um pensar, sem um ponderar, sem a devida atenção. É preciso um certo cuidado para iniciar este processo, e também uma certa honestidade com a gente mesmo. Honestidade esta que muitas vezes poder ser bem dolorida!

Um pequeno exemplo para elucidar.

Normalmente eu tenho uma facilidade muito grande para observar defeitos. Não é preciso nenhum cuidado especial, basta observar algo e isto se manifesta. Durante muito tempo eu me acostumei a me deixar levar por esta característica, entretanto esta atividade nem sempre me trouxe benefícios.

Muitas vezes ao expressar o defeito, ou problema, que eu rapidamente identificava eu os enunciava e também notava que a pessoa ou a situação na qual eu estava me envolvendo não era muito receptiva a minha colaboração.

Em outras situações o problema, e as possíveis soluções, ficavam dançando na minha mente por muito tempo e ao final não surgia a oportunidade de colocá-las em prática.

Nos dois casos o gasto de energia era grande, talvez até maior no segundo caso pois a mente passava longos períodos criando situações que nunca se realizavam.

Hoje estou mais atento. Percebo esta característica se manifestando mas já consigo controlar, tanto o falar, expor, quanto o ficar “maquinando” internamente o problema, defeito ou solução.

Levou um bom tempo para perceber o resultado de minha ação, para racionalizar o que eu fazia e para, posteriormente, controlar. Mas foi um ponto onde eu obtive um sucesso muito bom.

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Código Deontológico


No post anterior, ao me referir sobre a Associação Portuguesa de Reiki, mencionei um Código Deontológico para os reikianos.

Mas o que vem a ser um Código Deontológico?

– Segundo a Wikipedia pode-se definir da seguinte forma:

A deontologia também se refere ao conjunto de princípios e regras de conduta — os deveres — inerentes a uma determinada profissão. Assim, cada profissional está sujeito a uma deontologia própria a regular o exercício de sua profissão, conforme o Código de Ética de sua categoria. Neste caso, é o conjunto codificado das obrigações impostas aos profissionais de uma determinada área, no exercício de sua profissão. São normas estabelecidas pelos próprios profissionais, tendo em vista não exatamente a qualidade moral mas a correção de suas intenções e ações, em relação a direitos, deveres ou princípios, nas relações entre a profissão e a sociedade. O primeiro Código de Deontologia foi feito na área médica, nos Estados Unidos, em meados do século passado.

Um Código Deontológico para terapeutas e mestres em Reiki é algo muito desejável. Nos oferece uma visão, um mapa, que podemos usar para uma melhor atuação neste imenso universo que é o Reiki.

Apesar de uma grande inclinação para a área médica, ele também pode servir como inspiração para os demais reikianos que utilizam o Reiki apenas para si mesmos ou para familiares, ou seja, aqueles que não usam o Reiki de uma forma mais profissional.

A iniciativa é ótima e os benefícios irão se manifestar ao longo do tempo.

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Código de conduta para reikianos


A Associação Portuguesa de Reiki oferece aos seus membros associados e também para os simpatizantes dois documentos muito importantes para os reikianos:

São dois documentos que servem de referência para os reikianos. Oferecem uma sistematização a respeito de como devemos nos conduzir em um campo cada vez mais amplo de atuação e também de opiniões cada vez mais diversas sobre este assunto: o Reiki,

A cada dia novos reikianos surgem ao redor do mundo, cada um trás consigo um modo diferente de ver e de viver, o Reiki possui esta característica tão singular que é a de respeitar a todos, permitindo que cada um de nós expresse o seu modo de ser, a imparcialidade do Reiki por um lado é proveitosa, pois permite esta ampla manifestação da criatividade humana, mas por outro lado, sem que exista uma linha diretiva as pessoas ficam um tanto perdidas e, neste processo de incorporar a sua própria maneira de viver acabam muitas vezes distorcendo um pouco a simplicidade do Reiki.

São perigos que precisam ser esclarecidos. Evitá-los é complicado, implicaria em fechar o Reiki em uma redoma e impedir que muitas das suas qualidades se manifestem. O melhor caminho é esclarecer, debater, divulgar e procurar orientar sem restringir.

É um longo, e belo caminho!

Mas não acredito em uma uniformização geral do Reiki e dos reikianos. Não é algo que me agrada. Limites não são interessantes sob nenhum aspecto. Por mais  que se divulguem benefícios eles não me convencem.

Mas a iniciativa da Associação Portuguesa é louvável e merece ser divulgada.

Vou ler com atenção os documentos!

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