Impatiens – observações

O segundo Floral foi muito útil. Me adaptei bem aos efeitos e a atuação do mesmo. Passei esta semana de forma tranquila, sem me apressar muito, sem me controlar muito.

Acho que o nome Impatiens é um pouco tendencioso no sentido de que nos remete para apenas uma forma de atuação do Floral, que é tratar da impaciência. Entretanto ele trabalha também sobre a questão do perfeccionismo que, apesar de eu considerar algo positivo, pode ter um efeito muito ruim nas pessoas quando exacerbado. Atua também sobre a mente, deixando-a mais tranquila, sem cobranças exageradas.

Eu tenho um bom histórico de lidar com a minha mania de perfeição, mas reconheço que constantemente me deixo levar por isto e me cobro bastante depois, o que é um processo muito ruim, desgasta muito a nossa energia e, não raro, nos leva a ter atitudes pouco produtivas.

Segundo a classificação de Bach ele é classificado no grupo da Solidão.

Normalmente porque as pessoas com esta característica de impaciência e pressa preferem fazer as coisas de forma solitária, no seu próprio ritmo e sem depender de outras.

O Floral nos ajuda a perceber que não somos uma ilha, que existe uma interdependência com o restante da criação, não apenas com o restante dos humanos!!!!

Me confrontei bastante com a pressa nesta semana, seja na alimentação, na vontade de fazer muitas coisas ao mesmo tempo.

Esta foi uma das coisas mais interessantes: a percepção da pressa, da rapidez, da urgência. Sempre que ela surgia eu conseguia interceptar e alterar o ritmo.

Consegui estar consciente da minha falta de presença no agora. Em algumas situações isto foi muito, muito chato, pois eu não conseguia corrigir. De alguma forma eu tinha a percepção apenas depois do ocorrido.

Um dos exemplos, o mais resistente, ocorria na hora de fechar as portas. Sempre surgia a dúvida se eu havia fechado ou não, o que me levava a voltar e verificar se não tinha esquecido de fazer isto.

O ruim disto é que eu não consegui interceptar, ou seja, a percepção sempre surgia depois do ocorrido. Isto foi diferente da pressa, pois neste caso eu interceptava e corrigia.

Em nenhuma vez eu me esqueci de fechar uma porta, mas o movimento estava no automático, eu executava sem consciência, o que provocava uma dúvida depois de alguns minutos.

Consegui também observar a pressa, a impaciência, nos pensamentos. Nestes casos surgia a necessidade de tranquilizar a mente, o que nem sempre é muito fácil. Mas a percepção estava lá!!!

 

:>

 

 

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