Grande Fraternidade Branca

Hierarquias estão presentes em todos os lugares, são necessárias e fundamentais em toda a estrutura do Universo.

Hierarquia é uma organização, uma ordenação seguindo um determinado critério de importância. Elas estão presentes em todos os aspectos da realidade que podemo observar.

Identificar, reconhecer, observar e se adaptar as hierarquias é algo que todos os seres fazem. Entretanto não é algo muito bem assimilado, não é muito bem aceito por muitos de nós humanos. Ken Wilber fala em seu livro: Uma breve história do Universo que os americanos não gostam muito de hierarquias, devido ao fato de eles tem dificuldade em aceitar que existem pessoas melhores do que eles. Podemos extrapolar esta afirmação para o restante do planeta!!!

Penso que este é um grande e verdadeiro problema. Ao aceitar uma determinada hierarquia você aceita, implicitamente ou não, que existem membros melhores, mais avançados ou mais desenvolvidos do que você e outros inferiores.

Para muitos de nós saber que alguém é melhor ou que está em uma posição de maior importância é algo muito difícil de aceitar. Convivemos com isto, tentamos não nos lembra disto, mas sabemos que a estrutura está lá.

Pensando neste assunto eu noto que a minha grande dificuldade com hierarquias refere-se a questão da competência, ou seja, alguém em uma posição precisa ter competência para exercê-la. Este fato não é muito comum, encontramos diversos casos onde a pessoa em uma determinada posição na hierarquia está lá por falta de outra melhor ou então por que estava no local certo na hora certa.

No aspecto espiritual temos a Grande Fraternidade Branca, formada pelos Mestres Ascensionados. As informações que temos sobre esta hierarquia são provenientes de canalizações feita por sensitivos ao redor do planeta, apesar de haver um certo consenso muitas informações são desencontradas e outras tantas conflituosas.

A Grande Fraternidade apresenta uma perspectiva muito interessante a respeito da evolução e do processo de iluminação do ser humano. Seres de diversas culturas e de diversas épocas são reunidos sob esta estrutura, podemos citar: Jesus, Kwan Yin, Saint Germain e Buda, entre outros. A divulgação em maior amplitude da atuação e da existência da GFB deve-se ao trabalho de Helena Blavatsky e da Sociedade Teosófica, criada por ela por volta de 1875.

As revistas, que não são mais editadas, AmaLuz e Via Luz traziam fartas informações sobre as atividades da Grande Fraternidade e dos mestres. Alguns sites guardam ainda artigos e textos destas duas revistas.

Hoje em dia com as facilidades que a Internet oferece pode-se obter muita informação em alguns sites disponíveis. Um dos problemas atuais refere-se a qualidade das informações pois existe um grande número de pessoas se auto-proclamando emissários dos mestres Ascensionados, porta-vozes da Grande Fraternidade. Estas informações nem sempre são confiáveis.

Não penso que o contato com os mestres Ascensionados seja algo muito complexo, mas traz exigências de diversas ordens. Assim não basta ter algum dom que permita entrar em sintonia com estes mestres, mas o desenvolvimento moral é fundamental, além de uma boa formação cultural e mental, que permita ao canal receber e separar a informação de forma idônea.

Acredito que a credibilidade é uma das maiores dificuldades que encontramos hoje em dia em qualquer informação que fale de mestres e da Grande Fraternidade.

Para todos os que gostam destas informações eu sempre recomendo bom-senso para separa o joio do trigo, o que é bom e confiável de devaneios.

Eu tenho uma certa dificuldade com esta questão da Grande Fraternidade, não tanto com os mestres e com a estrutura ou com a hierarquia, mas com a série de informações desencontradas e mesmo estapafúrdias que encontramos hoje em dia, seja em sites seja em grupos de discussão.

Lembrando sempre que as informações chegam até nós através do filtro de cada canal que recebe as mensagens. Este filtro varia conforme a cultura, a forma de desesnvolvimento e as crenças de cada um deles. Esta influência que o canalizador efetua sobre a mensagem é capaz de descaracterizá-la completamente, tornando-a praticamente inútil.

Bom-senso, bom-senso e bom-senso, só assim podemos chegar a um conhecimento útil.

 

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