Ruído da Faixa M

Robert Monroe descreve no seu livro: Viagens Além do Universo uma percepção que ele teve durante as diversas ocasiões que teve uma experiência de saída do corpo. A esta percepção especial ele denominou Faixa M, que nada mais é do que uma parte do espectro de energia vinculado ao pensamento humano.

A Faixa M é o somatório de todos os pensamentos gerados pela Humanidade, eles permanecem ecoando por muito tempo em alguns casos. Ele designou uma parte desta energia como ruído de Faixa M, quando o pensamento descontrolado se aglutina.

Durante as suas experiências fora do corpo (EFC) ele descreve momentos em que teve que atravessar esta faixa, e também os efeitos que ela tem sobre ele.

Imaginemos todos os pensamentos humanos que estão sendo gerados neste momento, realmente é uma balburdia, uma algazarra energética.

A nossa mente muitas vezes capta estas frequências e aderimos a elas, como repetidores, contribuindo para gerar ainda mais ruído.

Muitos já se deram conta desta influência, seja através de uma espécie de ressonância, onde nossa mente entra em sintonia com o ruído e nossa mente começa febrilmente a fabricar pensamentos aleatório. É um processo muito cansativo. Sair desta processo, silenciar a mente não é uma tarefa fácil.

O local que estamos no momento influencia bastante, locais mais desertos e com pouca densidade demográfica apresentam um nível de ruído baixo ou quase inexistente. O centro das grandes cidades apresenta um cenário diferente, bem mais intenso. Um estádio de futebol também, mas com uma frequência mais definida e predominante de pensamentos.

Aprender a identificar estes locais e controlar o processo de ressonância é importante. Evita que sejamos contaminados com uma série de energias que são muito prejudiciais a nossa saúde.

Os seres humanos a medida que crescem aprendem naturalmente a se isolar um pouco desta influência, mas não é algo consciente, é mais uma resposta adaptativa de nosso corpo físico.

Alguns passam a vida inteira vitimados por estas influências, sentem como se a sua mente estivesse sempre em alta rotatividade, acabam por se acostumar e até sentem falta do barulho.

Evidentemente não é algo que se possa desejar estar constantemente sobre a influência de pensamentos os mais diversos, e provavelmente, em sua maioria inúteis. O gasto energético que nosso sistema tem que suprir é muito grande.

A meditação é um grande aliado nesta tarefa de nos isolar desta influência e também assumir o controle sobre a nossa mente.

A tomada de consciência a cerca do processo é lenta e gradual, mas deve ser incentivada tendo em vista os benefícios que este controle nos propícia, entre eles: diminuição do nível de ansiedade, redução de influências externas, menor gasto energético, menor desgaste físico, emocional e mental.

Uma forma prática de imaginar esta faixa é sentar em um local bem movimentado, como um shopping por exemplo, e tentar se manter atento ao burburinho de vozes, gritos, sussurros e conversas generalizadas que podemos observar. Depois é só transpor isto para o nível mental, ou seja, tudo o que estas pessoas pensam mas não verbalizam. Em alguns casos pode ser assustador, pois é um volume muito grande de energia que vai se somando a partir de pensamentos individuais.

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