Músicas

É interessante que após tantos posts apenas agora eu me lembrei de escrever sobre a música!

Desde que eu me lembro a musica faz parte da minha vida. Cantarolando pedaços de canções, assoviando ou apenas me deixando ir no ritmo de uma melodia qualquer.

Se no dia a dia a música desempenha uma função importante nas minhas atividades durante a terapia a importância aumenta ainda mais.

Uso intensamente a música nas terapias, como um pano de fundo que me auxilia de diversas formas:

  • para tranquilizar o cliente, quando este não consegue se desligar de determinados pensamentos;
  • para facilitar o relaxamento durante a aplicação;
  • para quebrar o gelo inicial, facilitando a comunicação;
  • para provocar uma ruptura na sensibilidade do cliente, fazendo com que ele saia do círculo que vicioso que se encontra. Neste caso normalmente com uma música que fica fora do padrão a que ele está acostumado, como um ritmo de tambor xamânico ou o som estridente das tigelas tibetanas;
  • para equilibrar as energias do ambiente e do cliente que encontram muito agitadas;
  • também para isolar a sala de aplicação de barulhos externos;

Utilizo uma variedade bem grande de músicas, com ritmos e origens tão distintos quanto mantras indianos e música celta, passando por músicas chinesas e japoneses, ritmos xamânicos, músicas francesas, tibetanas e outros tantos ritmos do mundo inteiro.

Em cada época observo uma certa predileção. As vezes são os mantras, as vezes a música chinesa. Quando bate uma certa saudade de um melodia volto a ela, com um sentimento de nostalgia, revivendo situações de aplicações antigas, momentos interessantes que me marcaram.

Gosto bastante do hemi-sync, mas estas músicas possuem algumas características que as tornam um pouco complicado de trabalhar, principalmente a questão do loudness, ou seja, um sistema para redução de ruídos. O hemi-sync trabalha com frequências muito baixas, que muitas vezes são confundidas com ruídos e removidas pelo sistema de loudness.

A música chinesa é muito interessante de se utilizar, usam recursos tais como barulhos de água, pássaros, vento e chuva, além de flautas e violinos.

Preciso mencionar também que tive algumas experiências muito interessantes sem música, foram ocasiões especiais com certeza, nos quais eu esqueci de colocar a música ou então por não encontrei a ideal para o momento. Foram poucas ocasiões. Mas foram marcantes, mesmo porque o ambiente ao redor também colaborou com a ausência de sons que pudessem atrapalhar a aplicação. Mas não é algo normal!

Outro fato importante é que no começo eu me utilizava de um tocador de CD, mas como este começou a apresentar problemas acabei por optar em colocar as músicas no celular. Quando estou efetuando a aplicação o mesmo fica no modo silencioso, o que o impede de tocar e atrapalhar. Também é prático pois é fácil de carregar e fácil de escolher as músicas. O tocador era um pouco restritivo, levar de um lugar para o outro era complicado. Colocar as músicas em um pendrive também não me agrada, fica complicado selecionar a música desejada e também de programar a sequência, assim acabei desistindo desta alternativa.

Ocasionalmente eu coloco no Blog algumas músicas que gosto e uso e que encontro no youtube.

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