Incensos e cuidados


Os incensos cumprem várias funções muito interessantes. Dentre elas podemos citar:

  • o prazer do aroma que o incenso desprende no ar durante a queima;
  • afasta insetos e reduz a presença de fungos;
  • estimula os exercícios respiratórios;
  • propicia o relaxamento físico, mental e psicológico;
  • melhora a atmosfera psíquica.

Mesmo com todos estes benefícios é preciso alguns cuidados com o incenso, devido principalmente a qualidade dos componentes com os quais ele é produzido.

Em uma sociedade consumista como a nossa a qualidade é normalmente deixada de lado em prol da economia e do lucro. Com os incensos não poderia ser diferente.

Não existe um controle de qualidade capaz de determinar com propriedade a procedência e a real qualidade do componentes da maioria dos incensos vendidos no comércio. As caixinhas com as varetas de incenso possuem poucas informações sobre o conteúdo e a fabricação dos mesmos. Componentes de ação comprovadamente cancerígenos são encontrados em uma grande quantidade de marcas, além de corantes e perfumes com alto potencial tóxico.

Assim, muitas vezes pensamos que estamos usando um produto de qualidade e o que ocorre é uma intoxicação com a fumaça proveniente de componentes inadequados usados na fabricação do incenso.

Alguns cuidados básicos como não acender um incenso em locais fechados, com pouca ventilação já ajudam bastante, mas não são suficientes. O maior cuidado é realmente com a procedência do produto. Evitar produtos muito baratos também é um bom procedimento.

Pesquisar na Internet e em revistas são atitudes recomendáveis, que podem evitar problemas futuros.

O uso do incenso é um costume muito comum no Brasil, mas é preciso ficar atento para não se tornar uma fonte de problemas de saúde. Fique atento para evitar que algo tão útil e agradável possa causar algum dissabor para você, seus amigos ou para sua família

Alerta sobre técnicas


Em um dos meus últimos posts eu fiz uma pequena crítica relativo as algumas técnicas que são criadas e adotadas por mestres e praticantes do Reiki. Grande parte delas incorporam crenças esotéricas e místicas bem variadas o que acabam por passar uma imagem equivocada do Reiki.

Não me considero excessivamente purista, adepto apenas do tradicional. Mas observo com atenção esta variedade inquietante de técnicas que são agregadas constantemente.

Um fato interessante de ser observado é que as técnicas japoneses, 21 no total, mencionadas pelo mestre Johnny De´Carli em seu livro: Reiki Sistema Tradicional Japonês, são muito pouco conhecidas. Mas mesmo assim algumas delas foram modificadas e adaptadas por alguns mestres mais recentes.

Precisamos ter em mente que o Reiki é bem simples, bem simples mesmo. Isto o torna prático e acessível, acrescentar outros conhecimentos e técnicas só causa confusão e colaboram por distorcer a imagem do Reiki para o público em geral.

Novamente declaro que não sou contra a criação ou adaptação de técnicas, mas que para isso é necessário muito cuidado e bom-senso não há dúvida.

 

Cho Ku Rei – Símbolos


O Cho Ku Rei é o primeiro dos símbolos do Reiki. Ele causa, em boa parte dos novos reikianos, uma certa apreensão. Apesar de ser um símbolo bem simples o seu traçado espiralado envolve uma certa coordenação e o número de voltas muitas vezes engana quem o traça sem muita concentração.

Um outro aspecto é a questão do próprio símbolo. Muitos se perguntam: para que um símbolo, de onde veio, para que serve?

São questionamentos importantes. Fundamentais na verdade.

Some-se a isso uma certa insegurança nos conceitos envolvidos e a dificuldade estará explicada.

A disponibilidade do símbolo está vinculada a colocação do mesmo nas mãos do reikiano durante a iniciação. No nível I apenas o CKR é colocado nas mãos, no nível II temos o Sei Re Ki e o Hon Sha Ze Sho Nen. Entretanto muitos mestres não oferecem o CKR no nível I, preferem liberá-lo apenas no nível II, junto com o HSZSN e com o SHK.

Confesso que no começo eu questionei bastante isso. Talvez por ter lido bastante, pesquisado bastante eu considerava natural que o CKR fosse oferecido desde o nível I, ficava sem entender porque muitos mestres não faziam isso.

Quando comecei a ensinar eu percebi a dificuldade que os alunos tinham quando entrava no assunto do símbolo. Só então eu pude entender a razão.

Percebi também que muitos alunos ficavam focados no símbolo, não sem razão, e isto prejudicava sobremaneira o desenvolver dos tópicos do nível I, assim eu também passei a não oferecer o CKR no nível I. Passei, na maioria das vezes, a ensiná-lo posteriormente, junto com o acompanhamento que faço dos meus iniciados.

Foi uma forma muito interessante, pois permitiu que os alunos experimentassem o Reiki em sua forma mais básica, mais natural. Após este momento de aprendizagem eu oferecia o símbolo e a integração do mesmo nas práticas fica facilitada. Havia uma aceitação mais natural do mesmo. Até porque o símbolo tinha sido colocado nas mãos do aluno a sua energia já se manifestava de forma inconsciente.

Nos últimos tempos, por conta da experiência com o Karuna, eu solicitava aos alunos que fizessem um trabalho integração do símbolo um pouco diferente, trabalhando com o mesmo de forma lúdica, usando giz de cera, canetinhas coloridas ou lápis de cor.

Mesmo assim em algumas poucas vezes eu ofereci o símbolo durante a aula do nível I, por perceber que o aluno estava preparado para o mesmo. Mas, mesmo nestes casos, sinto que o aproveitamento é diferente, a vivência é diferente.

Mesmo aqueles que já conhecem um pouco do Reiki e cobram a questão do símbolo aceitam a minha sugestão de aprendizagem. Durante as conversas pós-iniciação a maioria tem aprovado este método.

Além disto, quando chegam no nível II repete-se o trabalho de desenhar os símbolos de forma bem tranquila, sugerida pelos próprios alunos.

Sabe-se que o Reiki em sua forma original ensinada pelo mestre Usui não continha símbolos e funcionava perfeitamente. Mas também é evidente que o CKR possui um poder muito marcante, muito forte, ele realmente aumenta a intensidade do Reiki.

Lenda do “liga-desliga”

Algumas pessoas já me questionaram a respeito da função de liga-desliga do CKR, como se ele fosse o responsável pelo funcionamento do Reiki. Eu argumento que tal afirmação não é correta. O Reiki flui tranquilamente sem o símbolo. Mas é evidente a alteração no resultado com o uso do símbolo.

Existem muitas lendas no Reiki, algumas como esta são muito limitadoras.

Provavelmente esta afirmação surgiu a partir do momento em que um reikiano, ou vários, só começavam a perceber o fluir do Reiki a partir do momento em que usavam o CKR, isso motivado pela capacidade de cada um de nós de perceber a energia e sua atuação. Mas não podemos generalizar desta forma, considerando que um símbolo pode regular o funcionamento do Reiki.

Derivado desta crença muitas técnicas desenvolvidas com o Reiki implicam no traçar o CKH no começo ou no final das mesmas, nada mais justo pois as pessoas que desenvolveram as técnicas acreditava, fortemente que o Reiki só iria funcionar se fosse “ligado”.

Com o tempo, com o trabalho de vários mestres e com a divulgação deste trabalho começou-se a perceber que o CKR era apenas um símbolo e confirmou-se o fato de que o mestre Usui apenas acrescentou os símbolos para facilitar o aprendizado dos seus alunos.

Quando me defronto com uma técnica destas, que exige uma determinada posição para o CKR, uma determinada ordem, eu prefiro verificar se é essencial, se só desta forma funciona, ainda fico um pouco reticente em modificar a técnica, mas com o tempo e com a “mania” de questionar e experimentar acabo por comprovar que a técnica funciona, independente do símbolo ou da posição do mesmo.

Algumas coisas ainda persistem:

  • o traçar é muito importante, este ato faz com que o símbolo e a sua atuação se aproximem do plano material, se tornem mais densos e presentes;
  • falar o nome do símbolo também é importante, pelo mesmo motivo anterior, além do que o som emitido atua de forma complementar apo traçado, espalhando o alcance do símbolo pelo ambiente. Considera-se que 3 vezes é o ideal.

Cada um de nós precisa desenvolver uma atitude crítica, sem cair em atitudes excessivamente rígidas e consequentemente destrutivas. Desta forma vamos evitar que muitas crenças limitantes e verdadeiramente desnecessárias se mantenham.


 

Cho Ku Rei


1º Símbolo – Cho Ku Rei

Cor – Amarela.

Elemento – Terra.

É o símbolo do poder. Possibilita a limpeza, purificação e proteção, além de amplificar a energia Reiki. Tem a capacidade de concentrar a energia cósmica para a cura em um determinado ponto. Algumas vezes é conhecido como “interruptor de luz”, uma analogia que muitos acreditam de que o CKR pudesse ligar e desligar o fluxo de energia Reiki, algo totalmente equivocado.

A ativação do Cho Ku Rei é uma ponte que traz a energia do plano espiritual para o mundo físico, ou seja, o símbolo tem a capacidade de aumentar o fluxo de energia e de torná-la densa o suficiente para atuar com proveito no mundo material.

Partindo da horizontalidade do Vazio penetra verticalmente no Plano Físico, gera em seu traçado espiralado a potente energia Ki, concentrando-a no centro, o núcleo da imagem.”

No hemisfério sul é aconselhável o sentido anti-horário, no traçar das espirais, que representa aumento, evocação.

Já no hemisfério norte inverte-se, sendo então as espirais traçadas no sentido horário.


Utilização do Cho Ku Rei

  • traçamos o símbolo com a mão dominante (podemos, também, mentalizá-lo);
  • pronunciamos o seu nome três vezes;
  • começamos a aplicação com as mãos em forma de concha.

O Cho Ku Rei pode ser usado para promover a purificação de ambientes e objetos, elevando seu padrão vibratório. Você pode traçá-lo nos cantos e locais de difícil acesso, assim como em paredes, cadeiras, camas e demais objetos. Para proteção podemos traçá-lo nas portas e janelas.

Podemos energizar a água e alimentos. Utilizando-o em medicamentos potencializa seus efeitos benéficos e minimiza efeitos colaterais indesejáveis.

Sugestões:

  • Em caso de perigo, podemos utilizá-lo como proteção, imaginando um grande CKR a nos envolver;
  • Ao entrarmos em algum veículo, podemos visualizar um grande Cho Ku Rei à sua frente ou acima do veículo como um escudo de proteção;
  • Use-o em si mesmo ao sair de casa. Basta traçá-lo no ar e falar o seu nome 3x, logo em seguida imagine que está vestindo o símbolo, que ele se cola no seu corpo.

Programa de Formação de Voluntários


O CVV de Blumenau-SC realizará nos seguintes dias um curso para formação de novos voluntários:

PSV (Programa de Seleção de Voluntários)

– 14 a 17/03/2011 das 19:00 até as 21:30 hs;

– ou domingo dia 20/03/2011 das 08:00 até as 19:00 hs.

Fone para contato: 141

Ou através do site: http://www.cvv.org.br


Deus


Swâmijí, sinto-me embaraçado em seguir suas instruções. Supondo que eu nunca peça e que ninguém me dê comida, morrerei de inanição.

– Pois então morra! – Este conselho alarmante explodiu no ar.

– Morra se for preciso, Mukunda!

Jamais acredite que você vive pelo poder do alimento e não pelo poder de Deus! Ele, o criador de toda espécie de nutrição, Ele, que conferiu o apetite, providenciará os víveres para Seu devoto.

Não pense que é o arroz que o sustenta, nem que o dinheiro ou os homens garantem sua subsistência.

Poderiam eles ajudá-lo se Deus lhe retirasse o sopro da vida?

Eles são apenas instrumentos divinos. É por alguma habilidade sua que a comida digere em seu estômago?

Use a espada de seu discernimento, Mukunda! Corte os elos dos agentes intermediários, e perceba a Causa única!

Trecho extraído do livro:

– Autobiografia de um Iogue de Paramahansa Yogananda

Retrata um breve diálogo entre Paramahansa e um mestre hindu. Fez-me pensar que devemos nos entregar a vontade divina.

Mas esta vontade divina não está expressa em um deus na concepção tradicional da palavra.

Na verdade sempre tive dificuldades com esta concepção, um bom velhinho de barba branca!!!

Deus no meu entendimento é alto tão grande, tão incomensurável que só podemos percebê-lo olhando sua obra. Não vejo como o Homem com a sua visão e fala tão limitados seja capaz de descrever um ser capaz de criar algo tão complexo como o Universo e tudo o que existe dentro dele.

Assim o Deus de que falo é algo um pouco diferente e atributos humanos não são tão facilmente atribuíveis a Ele.

Pensar desta forma me aproxima mais de Deus. Imaginá-lo desta forma tranquiliza o meu coração e acalma a minha mente.

O texto me remete a isto, a esta confiança que precisamos cultivar nesta sabedoria imensa que orienta tudo o que existe. Não me incomoda, apesar de vir a mente, a questão de não se fazer nada, até porque o não fazer nada é um fazer algo.

Mas acompanhar o nosso fazer desta certeza de estarmos em sintonia com Deus deveria acalentar a pequena vontade dos Homens.


Cor Amarela no chakra Plexo Solar


Durante uma aplicação de Reiki pude perceber a atuação de um trabalho com cores em um cliente.

Foi um momento muito bonito, notei ao começar a trabalhar a região do plexo solar que a sala se enchia de uma cor amarela, um dourado um tanto esmaecido. Como se um sol de inverno invadisse o ambiente e deixasse tudo amarelado.

Nesta posição temos o chakra do Plexo Solar, cuja cor dominante é o amarelo, ou seja, a coincidência não foi gratuita. Este chakra influencia toda a região do estômago, fígado e sistema nervoso. O funcionamento deste chakra afeta diretamente o nosso estado emocional, além de ser um ponto muito sensível no tocante aos relacionamentos, quem de nós nunca sentiu uma queimação no estômago quando enfrentamos situações estressantes em relações com outras pessoas ou que nos causem um desequilíbrio das emoções.

O chakra do Plexo Solar tem um sentido todo especial vinculado ao sentimento de realização pessoal, poder pessoal que cada um de nós precisar aprender a exercitar.

Entendo que a cor amarela que se manifestou agiu no sentido de equilibrar o funcionamento do chakra, favorecendo os aspectos mentais e emocionais do cliente.