Voluntariado no CVV


Faz tempo que não comento a respeito do CVV.

Iniciei no ano passado o Curso de Formação de Voluntários. Foi um período interessante, abriram-se oportunidades interessantes.

E, no começo deste ano, iniciei a fase de estágio, acompanhado por um voluntário mais experiente. Já são cinco plantões. Em breve estarei apto para assumir um horário sozinho.

Esta atividade de voluntário do CVV está sendo muito útil, é uma nova forma de observar o mundo, de interagir com as pessoas.

A tônica do CVV é o processo de escuta e respostas compreensivas. Uma atitude um pouco diferente do meu trabalho de terapeuta, no qual eu tenho uma interação maior com o cliente. No CVV eu estou aprendo a escutar mais e me envolver menos, me intrometer menos, acredito que será muito benéfico.

O site do CVV é www.cvv.org.br.

É interessante que mais e mais pessoas conheçam, e divulguem, o trabalho.

 

Breve reflexão


Podemos oferecer aquilo que não temos? Seja conhecimento, energia, tempo, amor ou mesmo um pouco de paciência?

Temos o que oferecer mesmo que não tenhamos consciência do fato?

Respondidas as questões anteriores devemos iniciar algo?

Acredito que sim. Esperar a melhor hora, o melhor momento, para iniciar algo pode ser complicado. Mas é preciso ter lucidez para reconhecer as nossas limitações e as nossas capacidades. É preciso lucidez para aproveitar os insights e o feed-back que as outras pessoas, ou as situações nos ofertam.

Acredito que apenas esperar o momento ideal não é suficiente. Ou damos o passo e confiamos ou então ficaremos muito tempo nos preparando e aguardando. E há tanto por fazer!

Texto interessante sobre Astrologia


Com toda esta polêmica sobre a Astrologia, o número de signos e mudanças no signo pessoal as pessoas estão um pouco confusas e desconfiadas.

Leiam então no link a seguir um texto bem interessante sobre o assunto:

http://www.personare.com.br/revista/identidade/materia/192/entao-qual-e-o-seu-signo

 

Dualidade – 3


A questão da Dualidade pode render muito assunto. Até mesmo porque ela pode ser encontrada em todas os aspectos relacionados ao ser humano.

Mas neste momento um aspecto está concentrando a minha atenção. A questão Ocidente e Oriente. A disputa entre esta divisão geográficos, política, religiosa e econômica sempre esteve em pauta, em certas épocas com mais enfase e outras um pouco mais esquecida.

Mais especificamente estou me referindo ao Budismo. No Ocidente temos o costume de rotular o conhecimento proveniente do Oriente de uma forma pouco lisonjeira, como se o que fosse produzido lá não tivesse nenhum valor, como se ainda estivéssemos falando de hordas bárbaras. Esquecem os Ocidentais, principalmente os estudiosos de plantão, que a civilização Oriental é muito, mas muito antiga. Podemos cita o Caso da China, que tem mais de 5 anos de civilização. Observamos esta ampla região sobre a ótica do momento atual, avaliamos a tecnologia que eles produzem, franzimos as sombrancelhas e concluímos que nada de bom pode vir de uma região tão atrasada.

Concluir, sob o aspecto religioso, que o Budismo é uma religião e que isto afronta o Deus Ocidental é uma simplificação muito grosseira. Cair na velha armadilha de que o Buda ou o Budismo quer contaminar e conquistar nossa mente e nosso coração é muito fácil.

Mais recentemente, algo por volta de 1950 em diante, começou lentamente uma pequena e crescente troca de informações entre Oriente e Ocidente, diversos profissionais das mais diversas áreas começaram a voltar seus olhos para um cultura tão antiga quanto enigmática e começou um período muito interessante de troca de informações benéficas para ambos os lados.

Estudos ainda estão sendo feitos e muitas pesquisas ainda estão por ser reveladas. Isto contribuirá por aumentar o conhecimento entre os povos e também a tolerância mútua.

Dualidade – 2


Falando um pouco mais sobre a Dualidade.

A dificuldade que todos temos em aceitar e entender a dualidade é notória. Mas temos duas facetas. Existe um aspecto bom em se revoltar, em se debater e não aceitar a dualidade presente no planeta, este aspecto se evidencia no correto direcionamento de nossa energia para transcender esta regra, na busca verdadeira de entendimento, esclarecimento e evolução. Acredito que são pessoas que não se conformam e adotam esta postura as que serão responsáveis pela mudança.

Do outro lado, vejam a dualidade presente, temos os que apenas se revoltam, os que não conseguem entender e nem procuram, contentam-se apenas em lamentar, praguejar e buscar motivos para justificar o que acontece.

Quando ouço perguntas como:

  • porque comigo?
  • porque aconteceu isso com meu filho, ele é tão bom, tão inocente?
  • porque acontece isso com estas pessoas?
  • como Deus pode permitir isso?
  • ele não fez nada de mal para ninguém!

São algumas das evidencias que apontam para uma pessoa envolvida no processo da dualidade e ainda incapaz de perceber um pouco além, de observar de uma forma mais ampla.

Existem uma série de atitudes mentais equivocadas que se perpetuaram, e se reforçaram, ao longo do tempo. Os diversos sistemas de crenças, as religiões, as culturas tudo contribuiu para que a imensa massa de seres humanos do planeta se mantivesse em uma atitude passiva e reativa. Alguns poucos conseguiram transcender isto, foram poucos, como Jesus, Buda e outros tantos sábios desconhecidos. Alguns conseguiram deixar uma mensagem útil para a humanidade, outros não. E aqui observamos novamente a dualidade em ação.

 

Dualidade


O planeta em que vivemos possui uma prerrogativa que é aceita por todos os que aqui chegam concordar com a Dualidade. Podemos entender chegar como nascer em um corpo físico e a concordância com esta regra pode ser consciente ou inconsciente. Acredito que na maioria das vezes é inconsciente. Ou seja, o espírito que retorna a Terra concorda com ela sem ter noção exata do significado e amplitude.

Porque eu penso assim? A razão é ver tantas pessoas questionando, brigando, pesquisando, tentando entender a razão das disparidades, das diferenças que ocorrem no planeta entre as pessoas que aqui vivem.

Pode parecer simplista, mas a razão é a dualidade. Esta divisão tão pouco entendida pela maioria das pessoas, mas que permeia toda a estrutura de vida do planeta. Na dualidade não há julgamentos de valor, de moral, ética, preconceito. A dualidade apenas é, apenas existe. Para o planeta passar desta fase eu creio que ainda vai demorar muito tempo.

A dualidade se expressa nas diferenças que observamos ao longo da vida: pobreza e riqueza, alegria e tristeza, amor e ódio, preto e branco, norte e sul, desenvolvido e subdesenvolvido. A dualidade não é um número exato, ela é uma faixa, podemos usar a questão da riqueza para ilustrar melhor. Existe uma faixa extremamente ampla separando a riqueza da pobreza, isto em termos materiais, em quantidade de moeda, dinheiro, recursos materiais que alguns possuem e outros não. Além disto temos também o aspecto subjetivo, onde duas pessoas com um recurso material igual encontramos uma que se considera afortunada e outra pobre.

A dualidade é que permite esta imensa gama de experiências que o planeta proporciona. É o que atrai, vicia, muitas e muitas almas para mais uma existência. E todos, sem exceção, se deliciam com estas experiências, até o dia em que já satisfeitos partem em busca de novas experiências, provavelmente em outro planeta, provavelmente em outra forma de vida em algum lugar do Universo.

É possível superar a dualidade?

É possível que todos sejam ricos?

É possível ser feliz sempre?

Não creio. O ser humano está adaptado a esta regra, nosso ser, nossa mente trabalha com isto a tantos milhares de anos que a mudança se mostra muito difícil. A dualidade permite que o ladrão, o assassino, o pobre, o rico, o valente, o fraco, o padre, o voluntário, o dedicado servidor público, o médico, o empregado folgado, que todos, todos se, exceção exerçam o que quer que queiram, façam o que quer que imaginem, com culpa e sem culpa, com consciência e sem consciência. E todos alternam felicidade e tristeza, alegrias e decepções ao longo da vida.

Compreender a dualidade, a razão da sua existência, da sua necessidade, se adaptar a ela, aproveitar o que ela proporciona é uma tarefa importante. É algo para ser realizado ao longo da existência.

Transcender a dualidade é um objetivo. Que poucos sabem dizer quando será atingido.

Ideal do reikiano


Ideal do reikiano:

  • se colocar a disposição para canalizar o Reiki com um mínimo de interferência no processo.

O que significa um mínimo de interferência: significa não desejar nada, não colocar a sua vontade, os seus desejos, por mais bondosos que possam ser, não julgar, não avaliar e evitar pensar em qualquer coisa.

Mas ficar atento a tudo o que acontece, anotando mentalmente os detalhes mais importantes, para depois avaliar se pode ser comentado com o cliente.

Observar os insights que ocorrem durante a aplicação, anotar mentalmente e, novamente, avaliar se podem ser comentados com o cliente após o final da aplicação.

Mantendo uma atitude tranquila, neutra, não se envolvendo, o reikiano permite que o Reiki flua para o cliente da melhor forma possível. Tendo sempre em vista que é o cliente que “puxa” o Reiki através do reikiano.