Sobre a Doença


Nunca se erradicará nem se curará a doença com os atuais métodos materialistas, pela simples razão de que a doença não é material em sua origem. O que nós conhecemos como doença é o último resultado produzido no corpo, o produto final de forças profundas e duradouras, e ainda que o tratamento seja aparentemente eficaz, é um mero alívio temporário se não suprime a causa real”.


Dr. Edward Bach – Criador da Terapia Floral

 

Saúde, Religião, Reiki, Crenças e Curas


Pensando na questão entre o Reiki e a religião pessoal de cada um de nós me surgiu uma dúvida referente a mudanças nas crenças pessoais e consequentemente na religião.

A princípio eu continuo afirmando que o Reiki em si não modifica a crença ou a religião de ninguém. Ele “apenas” promove a cura, efetua mudanças em aspectos físicos, emocionais, mentais e espirituais.

Mas o aspecto doença é sim capaz de ser um agente catalisador de uma mudança de crença mais profunda, inclusive de uma mudança de religião.

Eu me considero uma pessoa que acredita na espiritualidade, que é diferente de espiritismo e também é diferente de religião.

A doença, dependendo da sua gravidade, do alcance de seus efeitos, tem uma capacidade muito grande de promover a mudança. Esta alteração na vida das pessoas é na verdade uma última oportunidade!! Ou seja, se a pessoa não modificar a sua forma de vida ela não vai se curar e, provavelmente, não irá sobreviver.

A medicina clássica está mais preocupada com os efeitos, trata com remédios os mais variados efeitos da doença. E obtém realmente uma muito alta de acerto e eliminação dos efeitos e sintomas das doenças.

Mas fica uma pergunta muito importante:

– a cura realmente ocorre em um tratamento convencional?

Eu creio que na maioria das vezes não!

Removendo os sintomas, removendo as dores, o incomodo desaparecendo a pessoa retorna, infelizmente, ao mesmo padrão de vida anterior, repetindo erros antigos relativos a alimentação, padrões mentais, amizades, emprego, dedicação ao trabalho, falta de cuidado com o físico, com emocional e com o espiritual.

Este aspecto eu procuro sempre salientar nos tratamentos. Precisamos de mudanças internas capazes de dar sustentação a uma nova vida, mais plena e mais feliz.

Não adianta de nada curar uma gastrite e surgir uma renite, uma érnia, um câncer. Ou seja, cura-se os sintomas, cura-se o que está avisando que existe algo de errado em nossa vida, mas não buscamos a causa mais profunda que está gerando o problema.

Um tratamento com o Reiki nunca vai dispensar o tratamento da medicina convencional. Mas o tratamento com o Reiki vai abrir a possibilidade de se conhecer mais sobre nós mesmos.

Entretanto muitos não estão preparados para enfrentar estas mudanças e então acabam mantendo a doença por mais tempo do que deveriam.

A doença é uma possibilidade de aprendizado.

Por mais simples que possa parecer esta opinião, por mais simplificada que seja esta visão ela é verdadeira.

Muitos, principalmente quando estamos doentes, não conseguem aceitar isso. Mas é a verdade. Nós nos tornamos tão focados em nossa vidinha que acabamos esquecendo outras facetas de nós mesmos. Exigimos tanto de nós mesmos que não conseguimos mais relaxar, aproveitar a vida de forma saudável, aprender.

Então surge a doença como último recurso. Doentes teremos de parar, teremos de reduzir o ritmo, teremos de dar atenção para o que realmente nos incomoda. Pelo menos em teoria, pois muitos acabam se focando de mais nos sintomas e não aproveitam a oportunidade. Muitos acabam assumindo uma postura passiva, reativa e não aproveitam a oportunidade. Muitos neste momento acabam inclusive se voltando contra a religião, contra Deus, expressando isto na clássica pergunta:

– Meu Deus? Porque EU? Porque Comigo?

É preciso mudar. Mudar as crenças, mudar a forma de pensar e, talvez até, de religião. Para poder ocorrer uma cura verdadeira.

Isso não se ensina na escola!!

Pode-se aprender durante uma doença, que é a forma mais comum de ocorrer. Pode-se aprender durante um tratamento, normalmente com o Reiki ou com outra terapia complementar, como Florais ou Magnified Healing.

Mas poderia ser diferente. Se fossemos ensinados a pensar diferente, reagir diferente.

Acredito que o planeta caminha para isso. Não sei quanto tempo vai levar mas não vejo nada diferente disto.

Durante a caminhada muito vai se perder, vidas, esperanças, oportunidades… Mas faz parte da caminhada e da evolução de toda a Humanidade.

Primeiros Passos em Radiestesia


Vou postar agora um texto que circula na Internet sobre a Radiestesia. Eu fiz a programação indicada no pêndulo e após isto a minha taza de acerto e a facilidade para usar o pêndulo melhorou consideravelmente. O texto é longo mas merece ser lido atentamente.

Primeiros Passos para uma Prática Segura e Bem Sucedida da Radiestesia

Bill Cox

A boa prática da radiestesia depende da continuidade de pelo menos cinco procedimentos que estão interligados:

  1. A preparação prévia;
  2. Um início correto;
  3. O processo intermédio;
  4. A informação fiável proveniente da intuição e
  5. A análise correta das descobertas.

A sequência da pesquisa opera-se como elos de uma cadeia. Se um elo for omitido ou estiver fora de ordem todo o sistema pode falhar.

O processo começa com o pensamento lógico cerebral; depois atua a mente intuitiva para finalmente se regressar às faculdades do raciocínio lógico na análise dos resultados.

Para proteger a cadeia de incertezas:

1. Estabeleça de antemão os códigos seguros da prática com o instrumento.

2. Faça uma pergunta de cada vez, de forma clara. Pondere cada pergunta subsequente exatamente da mesma maneira.

3. Se lhe forem solicitadas predições acerca de acontecimentos ou coisas… pense que o “prognóstico” corresponde mais a uma combinação de respostas possíveis do que a uma predição única e absoluta.

4. Deixe o processo fluir naturalmente. Submeta o pensamento intelectual à intuição. Mantenha-se relaxado. Evite desejos e expectativas.

5. Avalie o que descobriu somente após ter recebido toda a informação codificada.

Se suspeitar que existem erros ou incertezas, regresse mentalmente aos elos da cadeia. Depois prossiga, um elo de cada vez. Navegue por todo o caminho através de conclusões seguras.

Através dos poderes, temporais e intemporais, da mente estas técnicas podem restabelecer qualquer esquecimento, ligando os elos da sua cadeia de pesquisa.

Habitualmente a informação intuitiva surge-nos fragmentada. Há que ser paciente. Dê tempo para que os dados recebidos formem um mosaico completo e significativo.

A mente “noetica”, superconsciente, permite ao radiestesista realizar coisas extraordinárias…

CARTA A ROBIN

Walter Woods

Prefácio

Porquê?: Robin estava com os mesmos problemas que muitos radiestesistas têm no início tais como a precisão e a repetição. Ela escreveu à ASD (American Society of Dowsers) a pedir ajuda. A Sociedade enviou-lhe então os nomes e moradas de dez radiestesistas e eu fui Prum dos privilegiados. Robin enviou uma carta a cada um de nós e de todos recebeu informação. Há muito que eu sentia a necessidade de escrever uma brochura sobre o tema mas foi essa carta que me inspirou a fazê-lo. Devido ao empenho de fazer um trabalho tão claro quanto possível já vai na sua décima versão.

Fontes de informação: Desde 1980 e durante dez anos, desenvolvi uma “Folha de Radiestesia” e uma brochura que a acompanhava. Este sistema começou com uma página e aumentou para oito, em vinte e seis revisões. Esta brochura inclui instruções para uso do pêndulo, programas, estabelece parâmetros e condições para a prática da radiestesia, ensinando ainda como fazer corretamente as perguntas. Carta a Robin baseia-se na minha percepção dos princípios e de conhecimentos bem como no contributo de muitos radiestesistas.

A quem se dirige?: Este curso foi projetado como uma ferramenta de aprendizagem para principiantes mas também contém informação que pode ser útil a radiestesistas mais qualificados.

Como se usa?: Em trinta minutos qualquer pessoa se familiariza com este trabalho. Cada passo é explicado de forma simples. Com ele irão verificar como se aprende radiestesia facilmente.

Nota: Trabalhe lentamente e pratique para se tornar um(a) radiestesista realizado(a), útil a si e aos outros.

Na sua carta, Robin perguntava coisas muito interessantes. Eis a minha resposta:

Em primeiro lugar obrigado pela sua carta. Você levantou questões muito importantes. Vou tentar responder o melhor que sei.

Diz que o seu trabalho de radiestesia não está a correr muito bem e não sabe se pode confiar nele.

Quer saber se um instrumento é melhor que outro. Pergunta se eu posso dar-lhe algumas idéias para melhorar o seu desempenho. Refere também que, ouviu dizer que, a fraseologia das perguntas é muito importante em radiestesia. Por tudo isto vou sugerir-lhe algumas ideias.

O que é a radiestesia? Radiestesia é a antiga arte de procurar água subterrânea, minerais e outros objetos que parecem ter um magnetismo natural, um electromagnetismo ou talvez outro tipo de energia desconhecida. Essas energias são detectadas pelo corpo através de sensores que não são mais misteriosos do que a capacidade de ver, ouvir ou sentir, e que é natural em todos nós.

Tal como na música, com a prática, muitas pessoas desenvolvem um bom grau de sensibilidade radiestésica.

A visão de um determinado acontecimento pode causar um sentimento, uma reação no estômago, ou provavelmente outras, de caráter desapercebido, subconsciente. Pode acontecer que outras reações subconscientes, subtis, sejam elas água ou de outras origens, dêem uma resposta subconsciente controlada pelos vários tipos de instrumentos radiestésicos que existem (varas, pêndulos, bobber, etc.).

O objectivo das associações e sociedades de radiestesia é partilhar experiências, sucessos ou fracassos, e reunir informações sobre estes fenômenos. É uma atividade excitante que reúne pessoas de mentes abertas e pesquisadoras. Estas investigações conduziram à descoberta de que somos sensíveis e respondemos a muitas energias subtis. O instrumento radiestésico serve simplesmente de ligação entre a sensibilidade e a mente consciente de cada pessoa. O mundo em que vivemos é fascinante!

As Ferramentas

Um instrumento radiestésico é um interface ou dispositivo de comunicação. Parece ser controlado pelo subconsciente embora eu esteja convencido que há outros factores envolvidos.

Tenho observado que a maioria dos radiestesistas experientes ou profissionais usam as ferramentas básicas.

Estas são as varas em “L”, a vara “Y”, o pêndulo e o bobber, dependendo de qual têm à mão no momento ou que rapidamente constroem cortando um cabide metálico ou pendurando um objecto num fio. Normalmente escolhem a mais conveniente para um trabalho específico. Há dispositivos de todos os tamanhos, formas e materiais. Mas isso não é a principal preocupação dos radiestesistas experientes.

Começar

Embora muitos radiestesistas tenham os seus instrumentos favoritos e outros assegurem que um, em particular, trabalha especialmente bem, todas os instrumentos são bons e trabalham eficazmente para o radiestesista experiente. É o instrumento a que se acostumou ou o que gosta mais que deve determinar a sua escolha.

Aprender Radiestesia

Gostaria de sugerir que aprender radiestesia é como aprender a tocar um instrumento musical ou a digitar um teclado. Requer instruções, cuidadosamente controladas, e prática. Como com um instrumento musical, as recompensas podem ser muito agradáveis e úteis.

Dez Passos

Se quiser podemos começar a fazer uma sessão simples de treino, passo a passo, no mundo da radiestesia. Tente fazer os Dez Passos seguintes. Siga metodicamente as instruções e dê um passo de cada vez. Cada um deles é fácil de executar e não requer muito tempo.

Tempo e Lugar

Como sugestão, agora e no futuro, tente encontrar um lugar calmo, um lugar onde possa estar só e onde se sinta confortável, um local que normalmente esteja disponível durante os minutos de prática. Isto constitui uma espécie de encontro diário com o seu subconsciente. Esse lugar poderá ser a mesa da cozinha, de manhã cedo, ou em cima da cama, à noite, ou em qualquer outro lugar ou horário. Isto é muito útil se você estiver a aprender radiestesia há pouco tempo. Se, no entanto, estiver com outro radiestesista ou se já desenvolveu alguma habilidade, não se torna tão importante estar no lugar escolhido a uma hora predeterminada.

Preparação

Agora leia com atenção os seis passos seguintes só para ter uma ideia do que está a fazer. Não é preciso estudá-los, basta familiarizar-se. Dê um passo de cada vez. Tudo a postos? Então vamos começar!

Passo 1. Relaxe e tranquilamente deixe-se conduzir para um estado introspectivo, meditativo (estado alfa).

Passo 2. Pegue no pêndulo (qualquer um serve) e segure o fio, entre o polegar e o indicador, com um comprimento de 4 a 8 centímetros. O comprimento do fio determina a velocidade do movimento (quanto mais curto mais rápido é o movimento, quanto mais comprido mais lento o movimento). A seguir posicione o pêndulo sobre a parte central do quadro.

Passo 3. Agora, manualmente (movendo a mão e os dedos) provoque o movimento do pêndulo em direção ao SIM pedindo e esperando que continue a mover-se, por si próprio, sem a sua intervenção. Faço-o em voz alta com o mesmo tom como se estivesse a falar com uma pessoa. Se o pêndulo parar comece tudo de novo. Observe só a parte dianteira do movimento do pêndulo e ignore a outra metade (do centro para si). Repita até que o pêndulo se mova por si próprio.

Voluntariamente provoque o movimento do pêndulo e depois peça para ele continuar sem qualquer intervenção da sua parte.

Passo 4. Faça o mesmo para o NÃO. Os dedos continuam sobre o centro do quadro e você ignora a outra metade do movimento (a provocada voluntariamente).

Passo 5. Uma vez que o pêndulo esteja a balancear por si próprio sobre o NÃO, com o pêndulo ainda em movimento, peça para, no sentido horário, voltar ao SIM e a seguir para o PRONTO PARA A PERGUNTA.

Passo 6. Agora peça ao pêndulo para ir, no sentido anti-horário, desde o PRONTO PARA A PERGUNTA para o SIM e a seguir para o NÃO e seguidamente, no sentido horário, voltar para o SIM. Pratique os passos 3, 4, 5 e 6 várias vezes em dias diferentes.

A Meio Caminho

Nos seis passos acima estão descritos os controlos básicos do pêndulo necessários nesta fase. Os outros serão programados automaticamente nos próximos passos. Se conseguiu realizar os seis passos anteriores você está no bom caminho. Note que estes procedimentos podem ser feitos sozinhos embora às vezes seja útil, quando se começa, ter a colaboração e ajuda de um radiestesista experiente.

Se não conseguir realizar os seis passos em aproximadamente 15 minutos tente novamente meia hora mais tarde ou então no dia seguinte. Nesta fase é possível que experimente alguma interferência temporária. Não desista e tente novamente.

Antes de continuar com os passos 7 a 10 você precisa compreender o sistema de programação radiestésica e os seus objetivos.

Programando

Um programa é um plano ou sistema sobre o qual é tomada uma ação para atingir um objetivo.

Estabelecer um acordo sobre as condições com seu Sistema de Radiestesia é uma forma de programação.

Programando – Um Passo Chave

O propósito da programação é alcançar a máxima precisão. Isto é feito estabelecendo, com o seu Sistema de Radiestesia, alguns acordos pré-estabelecidos, mutuamente aceitáveis sobre palavras, frases, condições e o que significam os diferentes movimentos do pêndulo.

Se teve sucesso conseguindo que o pêndulo se mova para o SIM e para o NÃO e de um lado para o outro entre estes dois pontos, se praticou um pouco, então você é capaz de programar o seu Sistema de Radiestesia. Mas antes de o fazer leia atentamente esta e as páginas seguintes para ter uma idéia global.

A instalação do Programa é muito fácil e só tem três passos simples:

(A) Obter Permissão. Com o pêndulo a balançar no sentido do Pronto para a Pergunta faça em voz alta as seguintes perguntas: Posso, Sei, Devo ESTABELECER, MODIFICAR ou ACRESCENTAR Condições Radiestésicas, Acordos ou Programas que terão efeito contínuo até serem mudados por mim?

> Se o pêndulo responder SIM vá para o passo (B).

> Se o pêndulo responder NÃO então tente novamente mais tarde.

(B) Introduzir ou Estabelecer o Programa. Com o pêndulo ainda a balançar para o SIM leia o PROGRAMA, a MUDANÇA ou a ALTERAÇÃO e termine dizendo:

> Fim das condições pré-estabelecidas e acordadas, obrigado ou diga simplesmente:

> Fim do programa, obrigado.

(C) Confirmação Final. Pergunte: As Condições ou Modificações apresentadas são aceitáveis, claras, não contraditórias e susceptíveis de serem modificadas a meu pedido?

> Se a resposta for SIM então você acabou.

> Se a resposta for NÃO use o pêndulo para perguntar e saber quais as razões.

Nota: uma vez programado o Sistema de Radiestesia não é preciso voltar a repeti-lo. Ele permanece automática e continuamente em efeito até ser mudado por si.

Agora vamos continuar com os outros passos.

Programar o Sistema de Radiestesia

Passo 7. Se o (A) acima for SIM então com o pêndulo balançando no SIM leia em voz alta o seguinte Programa Principal. No futuro você pode fazer mudanças neste e noutros programas.

O programa principal é continuamente válido até eu fazer alterações.

O programa cobre a totalidade dos principais controlos, limites, convenções e respostas radiestésicas.

O objetivo é determinar quantidades, efeitos, condições, circunstâncias, influências, períodos de tempo, medidas, distâncias, números, percentagens e outras informações solicitadas.

As comunicações radiestésicas são inter-cooperativas e restritas: à totalidade da Inteligência Cósmica (pode substituir por: Deus; A Força; Eu Sou; O Grande Espírito; etc.), ao meu superconsciente, ao meu Eu superior e seus espíritos guias/anjos da guarda e outros por eles escolhidos, aos meus sistemas mentais, ao meu subconsciente e sistemas relacionados. Isto para que eu não sofra nenhum mal, desconforto ou perda de energia, tanto física como espiritualmente.

Influencias, tais como pensamentos dispersos, devaneios imaginativos, desejos egoístas ou quaisquer outras condições de qualquer origem, física ou não física, incluindo as minhas próprias ou as de outras pessoas, entidades ou sistemas mentais de qualquer gênero, não me perturbam nem originam respostas radiestésicas erradas.

O tempo relacionado com a radiestesia é o presente a menos que outro seja solicitado.

As respostas são selecionadas de todas as fontes de conhecimento e de informação disponíveis.

O método de resposta com o pêndulo neste sistema é:

(1) O movimento do pêndulo, na parte superior do quadro entre o centro do círculo e o ponto de interrogação (?), indica: PRONTO PARA A PERGUNTA.

(2) Os movimentos do pêndulo, na parte superior do quadro, entre o centro do círculo e o SIM ou o NÃO indicam a resposta mais apropriada à pergunta feita.

(3) O movimento do pêndulo sobre os sinais e letras assinalados no quadro constituem respostas complementares ou alternativas às perguntas feitas e têm o seguinte significado:

(+) Benéfico ou lado positivo.

(-) Não benéfico ou lado negativo.

(W) INTERFERÊNCIA.

(N) INFORMAÇÃO NÃO DISPONÍVEL de momento.

(C) MUDE DE ASSUNTO. Posso? Sei? Devo?

(A) OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL. Faça mais perguntas sobre o assunto.

(I) PERGUNTA INCOMPLETA. É preciso mais informação para uma boa resposta.

(R) CUIDADO, perigo.

Modificações do Programa tais como acrescentos, eliminações ou alterações podem ser feitas por mim usando sempre o sistema dos três passos. Fim de programa. Obrigado.

Volte aos três passos de instalação e acrescente o seguinte programa:

O programa: Posso? Sei? Devo? é uma parte global de todo o meu trabalho, estando continuamente em uso até eu fazer alterações. Quando usado em relação às perguntas radiestésicas o Posso? Sei? Devo? tem o seguinte significado:

Posso? significa: tenho permissão?

Sei? significa: tenho capacidade para, com sucesso, pesquisar este assunto, e estou preparado?

Devo? significa: considerando todos os aspectos relacionados com este assunto, é conveniente, correto e oportuno pesquisá-lo? Fim de programa. Obrigado.

Passo 8. Volte atrás e faça o passo (C). Se a resposta é SIM instalou convenientemente os três programas. Se a resposta for NÃO questione porquê.

Sobre a sua Programação

Uma vez instalado o Sistema de Radiestesia terá informações tão rigorosas como as de um radiestesista experiente. O melhor de tudo é que não precisa de se lembrar de todos os detalhes dos programas. O subconsciente faz isso por si. O que precisa de saber é que a informação está programada, no subconsciente, e produzirá efeito automático quando e enquanto trabalhar. É similar ao uso da mente para mover um dedo. O subconsciente tem um programa para mover os dedos. A única coisa a fazer é desejar, mentalmente, que o dedo se mova e tal acontece. O subconsciente, baseado na sua vontade, ativa o programa próprio para que o dedo se mova.

Com o pêndulo perguntou ao Sistema de Radiestesia se instalou os programas e ele fê-lo. Assim, não é preciso saber como se move o dedo ou como os programas de radiestesia funcionam. Use-os simplesmente!

Você está agora pronto para os últimos mas extremamente importantes passos 9 e 10.

Passo 9. De preferência no seu local favorito, no tempo dedicado a esse compromisso e com o pêndulo a trabalhar bem, você precisa fazer algumas perguntas práticas. Perguntas para as quais não tenha nenhuma ligação emocional. Por exemplo: Qual é o nível de vitamina C no meu corpo?

Emocionalmente você não se preocupa se é alto ou baixo. Não é a mesma coisa que perguntar sobre o seu gato que está perdido e que por isso está muito ansiosa e preocupada. Tente perguntar utilizando o Nível de Efeitos e de que forma isso pode afetar o seu organismo. Use a parte do quadro que contém as secções Equilíbrio, Suave, Severo … Por exemplo, se o seu nível de vitamina C indicar -3 (secção negativa) então pode perguntar: que efeito teria se tomasse 500 mg. de vitamina C? Provavelmente iria para +3 ou +4 (secção positiva). Há muitos temas sobre os quais que pode treinar. Escolha assuntos com os quais não esteja emocionalmente envolvido ou de que conhece previamente as respostas. O Sistema de Radiestesia responderá às perguntas usando os programas previamente instalados.

Como Confiar no Trabalho Radiestésico

Diariamente, como sugerido no Passo 9, faça algumas perguntas durante 5 a 10 minutos e então termine a sessão com uma confirmação final. Para fazer isto, peça ao pêndulo para trabalhar no sentido dos ponteiros do relógio na parte mais baixa do círculo. Aqui encontra-se uma escala numérica que vai de 0 a 100. Pergunte ao pêndulo: que percentagem das respostas é influenciada por sentimentos pessoais ou pela vontade? (Observe só a parte indicada pelo balanço do pêndulo. Você está a usar a parte mais baixa do círculo e o pêndulo indica nessa direção).

Embora no Programa Primário tenha pedido ao subconsciente para não interferir, há um programa ainda melhor que previne o subconsciente de interferir com a sua vontade. Se você tiver uma mente forte ou estiver super ansiosa, poderá anular o programa de radiestesia. Não fique surpreendida se o pêndulo indicar que está a influenciar as respostas em 20% ou 30%. Não há qualquer problema nisso porque cada dia, quando pratica os exercícios, ao não querer deliberadamente influenciar as respostas, a percentagem será cada vez menor. Após algum tempo a percentagem vai para os 0% e você experimentará uma desligamento que tornará difícil a influência das respostas.

Nessa altura confiará muito mais na radiestesia.

Passo 10. Quando se sentir mais segura e confiante no seu Sistema de Radiestesia pergunte ao pêndulo se deve repetir o Programa Primário. Se a resposta for SIM faça-o. Se a resposta for NÃO então é porque está corretamente programado e você poderá fazer outros programas, inventar novos ou proceder a mudanças. Agora pode ir até onde desejar. O céu é o limite!

Nota: sempre que muda de assunto, é muito importante perguntar ao Sistema de Radiestesia:

Posso? Sei? Devo? (por exemplo: Posso? Sei? Devo? perguntar radiestesicamente [indique o assunto]?) Se a resposta for SIM prossiga, se for NÃO confie no julgamento. Orientação é o que estamos à procura com sabedoria. É possível perguntar porquê não se obteve resposta a uma determinada pergunta, usando o próprio Sistema de Radiestesia.

Prática

Divirta-se e pratique alguns minutos todos os dias. É como tocar um instrumento musical. Se seguir as instruções cuidadosamente e praticar um pouco todos os dias a sua habilidade e precisão tornam-se muito boas. E não fique desencorajado se não estiver certo o tempo todo. Até mesmo os melhores radiestesistas às vezes têm interferências ou maus dias.

Instrumentos Diferentes

É bom desenvolver a perícia usando a ferramenta favorita. Faça isto numa área que seja de especial interesse para si. Verificará depois que é muito mais fácil usar outras ferramentas radiestésicas. A maioria das pessoas, com capacidade para a radiestesia, têm os seus instrumentos favoritos mas também podem usar o pêndulo, a vara em Y, as varas em L e o Bobber.

As Perguntas em Radiestesia

Robin, você tem razão ao ficar preocupada sobre o teor da pergunta. Vou dar-lhe alguns exemplos e sugestões.

Na revista trimestral da American Society of Dowsers (ASD) foi referido o exemplo de um instrutor de radiestesia, muito experiente, que pediu que as varas em L apontassem o Norte. Em vez de apontarem o Norte, apontaram para a audiência. Tal era muito estranho pois era um exercício que tinha sempre funcionado. Tentou novamente mas o resultado foi o mesmo. Enquanto ele debatia com a audiência alguma causa possível para o facto uma mão levantou-se e um homem disse: O meu nome é Norte. A resposta afinal tinha sido 100% correcta. Eu sugeri ao radiestesista que mudasse a pergunta pedindo às varas que apontassem o Norte Magnético da Terra ao que obteve resposta certa. Isto demonstrou um ponto muito importante sobre como é necessário ser preciso na pergunta. Outro exemplo poderia ser: o meu carro precisa de gás? A resposta seria SIM, até mesmo se o depósito do carro estivesse cheio (1). Um carro com motor a gasolina só pode trabalhar se usar para a combustão o ar, que também é um gás.

Assim é claro que o carro precisa de gás. O Sistema de Radiestesia parece interpretar literalmente cada palavra da pergunta. Se a pergunta tem uma ou mais palavras que possam ter significados contraditórios e você e o seu Sistema de Radiestesia não concordaram com o significado, então a resposta pode ser completamente aleatória.

(1) duplo significado da palavra gás nos Estados Unidos: gás e gasolina.

Regra #1 É preciso ser muito específico sobre o que se pretende saber. Isto inclui: o quê; onde; quando e por vezes outras instruções de informação complementar relativas à pergunta.

Regra #2 Use somente palavras, frases e condições que tanto você como o Sistema de Radiestesia concordem no seu significado, e para o qual haja um método de acordo de resposta radiestésica.

Regra #3 Faça da pergunta um pedido definido, para uma informação que existe algures. Não peça um palpite, uma opinião. Se a pergunta envolve uma opinião do passado, do presente ou do futuro, ela deve ser comparada com um acordo de referências ou de condições.

Vou dar um exemplo fazendo a seguinte pergunta: você é forte? A resposta será baseada naquilo que você pensa que eu quis dizer com a palavra “forte”. Forte fisicamente, mentalmente, emocionalmente, etc. Agora aplique as regras 1, 2, e 3 (o quê, quando e uma referência a algo).

Você é suficientemente forte, neste momento, para levantar do chão esta caixa de papelão com o peso de um galão (unidade de capacidade correspondente a 3,78 litros nos Estados Unidos) de leite? Será que agora poderá dar-me uma resposta correta a essa pergunta? Mais um exemplo para a seguir fazer alguns comentários animadores e indicar-lhe ideias úteis. Se eu perguntar: quantos pés (unidade de comprimento correspondente a 30,5 cm) há no chão do ponto (A) ao ponto (B) da fila dianteira da audiência? A resposta poderia ser doze, porque há seis pessoas que se sentam naquele espaço, cada uma delas com dois pés (extremidades das pernas).

Desenvolvendo uma Pergunta

Neste momento, você poderia dizer: como posso eu saber se estou a fazer uma boa pergunta?

(1) Formulando a Pergunta: Quando desejar explorar um novo tema para o qual não tem perguntas previamente formuladas, tente o seguinte. Faça várias perguntas diferentes procurando a sua concordância ou que dêem respostas contraditórias. São pistas que escondem a informação que realmente pretendemos e que influenciam as respostas. Alguns exemplos de perguntas enganosas: (veja o significado literal) Há água em [designe o local]? A resposta é SIM, ou seja há água no local designado. Há uma fonte de água a menos de 300 pés de profundidade que providencie 5 GPM (galão por minuto)? A resposta é SIM (especialmente na época das chuvas). A próxima pergunta pode dar uma pista de que algo está errado. Pode essa fonte de água permitir abrir um poço que providencie 5 GPM de água potável durante todo o ano? Se a resposta for NÃO então você sabe que algo estava errado nas duas primeiras perguntas. Ao fazer perguntas múltiplas sobre o mesmo assunto pode frequentemente encontrar problemas e aprender o que é necessário para desenvolver a boa compreensão das perguntas.

(2) Pré-programação: Com o programa você cobriu muitos dos possíveis enganos que ocorrem.

Essa é uma das razões importantes para estabelecer programas ou acordos com seu Sistema de Radiestesia. Um bom exemplo está no programa que define o significado do Posso? Sei? Devo?

(3) Perguntas importantes: Outro método que funciona bem é quando você tem uma pergunta muito importante e a faz em conjunto com outro experiente radiestesista. Se cada um fizer a pergunta do seu próprio modo e obtiverem a mesma resposta, isso é tranquilizador, mas se tiverem respostas diferentes ambos deveriam examinar as perguntas.

A maioria dos radiestesistas experientes concorda que a pergunta é o fator chave para a precisão.

O Teste da Pergunta

Robin, a resposta para a sua preocupação sobre como usar perguntas formais é simples e direta.

Use sempre perguntas que funcionaram bem anteriormente e vá testando algumas novas. Teste-as tal como o sugerido acima na Formulação da Pergunta, fazendo a pergunta de maneira diferente para verificar se obtém sempre respostas apropriadas a cada situação. Isto fará com que pense cuidadosamente nas palavras que emprega, o seu significado e se negligenciou alguma coisa na pergunta ou no Sistema de Radiestesia. Em todas as línguas usamos muitas expressões idiomáticas (não literais) que é preciso ter em atenção. Se encontrar uma resposta incorreta é necessário fazer um exame cuidadoso. Normalmente eu faço a mesma pergunta de duas formas diferentes.

Para Melhores Resultados

Robin, não faça esforços desnecessários nem leve as coisas demasiado a sério. Deixe que tudo corra naturalmente. Relaxe e use a intuição. Permita que a informação flua. Em radiestesia trabalhe sempre com o coração pleno de amor, para o seu bem e para o bem dos outros.

 

Sobre a Radiestesia


A Radiestesia é um ramo do conhecimento humano que diz respeito a sensibilidade as radiações. A palavra Radiestesia é formada por dois termos: radius – que significa radiação e vem do latin; e aisthesis – que significa sensibilidade e vem do grego. As radiações são provenientes de qualquer objeto existente, e são acessadas através da sensibilidade do radiestesista.

A Radiestesia não é uma ciência. Ela não atende as prerrogativas necessárias para ser aceita como tal, entretanto é assim considerada por muitos, de forma incorreta é claro.

Todos nós podemos trabalhar com a Radiestesia, basta desenvolver um pouco a nossa sensibilidade, treinar, treinar, treinar e treinar o uso de algum instrumento radiestésico, que dentre vários se destaca o pêndulo.

Antigamente a Radiestesia era conhecida como Rabdomancia onde rhabdos – significa vareta e manteia – significa adivinhação. Relatos mencionam o uso da Rabdomancia na China por volta de 2.000 anos antes de Cristo. Usada principalmente para prospectar água.

A Radiestesia se diferencia da Radiônica pois esta última se vale de aparelhos eletrônicos para suas atividades. Os limites entre estes dois campos de conhecimento são muito imprecisos, ocorrendo uma sobreposição de conceitos, ferramentas e objetivos.

A Radiestesia é muito respeitada na Europa e na Ásia, tendo a França como pátria de muitos radiestesistas famosos, dentre eles podemos citar o abade Mermet, o abade Alexis Bouly que deram uma nova perspectiva, Léon Chaumery e André de Bélizal.

Como a Radiestesia funciona ainda é um mistério e muitas teorias foram elaboradas na tentativa de explicar este fato. Provas científicas já foram elaborada tentando validar este tipo de atividade mas até agora não se tem relato de alguma que tenha sido comprovada.

Em outras palavras, praticar a Radiestesia é algo muito particular, uma experiência subjetiva e pessoal, ainda incapaz de ser comprovada. Algumas pessoas parecem desenvolver facilmente uma capacidade muito grande de usar os instrumentos radiestésicos e conseguem realizar algumas obras fantásticas, mas este potencial todo ainda permanece obscuro.

Hoje em dia usa-se a Radiestesia para muitas atividades, além da clássica que é encontrar água no subsolo. Pode-se encontrar objetos perdidos, produzir remédios homeopáticos, diagnosticar doenças, identificar características pessoais, determinar problemas energéticos, adivinhação, identificar jazidas de metais, identificar desequilíbrios de energia telúrica, encontrar pessoas desaparecidas, entre outras tantas.

Existe também uma grande diversidade de instrumentos radiestésicos, dentre eles podemos citar o principal como sendo o pêndulo, depois temos: aurameter, vareta ou forquilha e dual rod.

Eu, como já mencionei em textos anteriores gosto muito do pêndulo em conjunto com os gráficos radiestésicos. Utilizo-os como auxílio no trabalho de terapeuta.

A Radiônica não desperta muito o meu interesse assim como os demais instrumentos disponíveis. Mas existe hoje um número muito grande de radiestesistas e terapeutas que utilizam com muita propriedade todas as ferramentas e potencialidades.

O que pode-se perceber é que existe muita lenda, muita superstição e também muito trabalho sério e muita pesquisa envolvendo a Radiestesia. Separar o que é bom do que é ruim pode ser bem complicado, mas usando-se o bom senso podemos identificar os mistificadores dos bons radiestesistas.

Exemplos de ferramentas radistésicas:

Pêndulo


Dual Rod


Aurameter

Varetas


Gráfico



 

A religiosidade do terapeuta e do cliente


Um dos aspectos do Reiki que sempre acaba por causar algum incomodo é a religião.

Em algum momento sempre surgem estas questões:

  • O Reiki é japonês? Sim.
  • Então tem relação com o Budismo? Sim.
  • Então vou ter que mudar de religião? Não. (neste ponto o tom de voz já demonstra um certo nervosismo).

Eu penso que muitas vezes o reikiano, ou o mestre em Reiki, tem uma parcela de culpa nisto. Decoram a sala com temas diferentes, unindo diferentes tipos de crença, somando-se a isto o incenso, a música e as palavras tudo acaba por intimidar um pouco o novo cliente.

Por mais que o Reiki seja útil e que tenha sido recomendado por um amigo, parente ou mesmo um médico ele pode ser assustador para muitas pessoas.

Normalmente quem está doente ou com problemas e procura uma solução está muito focado em nisto, não consegue olhar o que está ao seu redor com uma amplitude maior. E o terapeuta precisa captar e entender isto.

Mas é necessário também que o cliente respeite as crenças e vivências do terapeuta. Que olhe para aquela pessoa com todo o respeito que exige para si mesmo.

É preciso que fique claro nesta relação de ajuda que se inicia que o respeito mútuo é fundamental. E que nenhum dos dois lados vai tentar cooptar o outro para as suas crenças.

 

Reiki e Cores


O Reiki adapta-se bem a diversas técnicas terapêuticas existentes. Alguns o utilizam com Massagem, Acupuntura, Florais, Cromoterapia, entre outras. Além é claro da medicina tradicional.

Mas um aspecto eu considero que se destaca e que difere um tanto: são as cores. Refiro-me as cores que são visualizadas pelos clientes ou pelos terapeutas durante a aplicação.

Estas cores não são cores físicas, ou seja, não são emitidas por nenhum aparelho cromoterápico tal como o bastão.

Figura 1

Figura 2

As cores surgem na sala durante a aplicação do Reiki e a sua incidência não possui um relacionamento direto com a questão principal que foi exposta pelo cliente. As vezes sim, mas não há uma relação direta e obrigatória. As cores variam bastante de posição de aplicação e também a cor em si durante a aplicação.

É claro que a percepção da cor depende da sensibilidade do terapeuta e do cliente além é claro do trabalho de amparadores extrafísicos que estão presentes no momento. Eu acredito que as cores são sempre utilizadas, independente da percepção.

A manifestação das cores também é variada, tenho diversos relatos. As mais comuns são:

  • uma luz difusa em todo o ambiente, com uma cor única, com suaves ou bruscas variações em uma determinada posição, um verde escuro por exemplo;
  • uma luz pontual, como uma bola ou um pequeno sol, também apresentando o mesmo comportamento da situação anterior, um pequeno sol vermelho se irradiando em uma determinada posição;
  • As mesmas situações descritas acima mas com a cor se modificando ao longo da posição de aplicação. Passando do azul para o verde depois para o vermelho por exemplo.

As cores possuem diversos tipos de atuações, partindo de situações bem específicas e indo até uma gama mais ampla de atuação. Mais adiante irei descrever as principais cores que surgem: amarelo, azul, verde, vermelho e violeta e as suas respectivas funções.

É sempre interessante ouvir os relatos dos clientes. Alguns admirados, curiosos e outros muito focados na atuação da cor.

Não sei dizer qual a mais impactante. Se a luz difusa que enche todo o ambiente de aplicação ou se a luz pontual, o pequeno sol irradiando sobre um determinado ponto.

Muitas vezes também fica complicado explicar a razão de determinada cor ser usada, ou explicar quem está gerando a cor.

Os mais céticos duvidam da própria percepção, o que é uma atitude imprópria, a qual eu procuro evitar que se repita. O fato ocorreu, a percepção foi facilitada ou permitida, não há então razão para duvidar. A melhor atitude é aceitar, como um presente. E agradecer.

A partir desta experiência alguns poucos se interessam pela Cromoterapia e acabam por pesquisar e se informar mais a respeito, o restante, a grande maioria apenas aceita, com uma certa dose de incredulidade, mas aceita.

Eu imagino muito o trabalho que a espiritualidade, os mentores e divindades, devem ter para executar tal tarefa. Facilitar ou negar a percepção deste trabalho também é uma questão que me surge constantemente, ou seja, porque razão alguns percebem e outros não, ou porque percebem em determinada posição e em outra não.

Infelizmente estas questões terminam sem respostas. Mas a aceitação deve sempre ser exercitada.