Mudanças


Muitas vezes ouvimos a expressão: fulano não muda nunca!!

Nestes momento paramos para observar se realmente o fulano em questão passou por alguma mudança durante o período que o conhecemos.

E em muitas destas vezes somo obrigados a concordar com a afirmação: as pessoas não mudam com o passar do tempo, nem com o sofrimento, nem com a felicidade.

Mas esta não é uma regra. Mudanças acontecem todos os dias, todos os minutos, então o que esperar de uma vida inteira.

Na verdade acontecem muitas coisas. As possibilidades são infinitas.

Primeiro é preciso manter a mente lúcida, atenta, assim podemos observar vários aspectos interessantes. Muitas pessoas mudam para melhor, outras tantas permanecem iguais a vida toda e, algumas pessoas pioram um pouco, ou muito, com o tempo.

Vamos observar mais atentamente o primeiro caso, das pessoas que mudam. O mais comum é que as pessoas passem por alguma dificuldade na vida e a partir disto busquem alternativas que as faça crescer e superar o momento. Muitas nem percebem o processo, nem sentem o que está acontecendo, seguem por instinto. Algumas poucas tem a feliz capacidade de perceber o momento e as mudanças, o que torna o processo mais produtivo, útil e rápido.

Algumas pessoas nunca mudam. Isto é verdade, no geral algumas pessoas se mantém iguais a vida inteira, com pequenas alterações que passam sem ser notadas. Não que isto seja algo de todo ruim. Pessoas boas ou pessoas más passam a vida inteira fazendo as mesmas coisas, repetindo os mesmos atos, sejam erros ou acertos. Na verdade é como se fosse uma necessidade da alma este excesso de estabilidade, como se na essência elas precisassem deste tempo para se adaptar, se reciclar, se conhecer um pouco mais.

Por último algumas pessoas parecem piorar com o tempo. Neste caso com o passar do tempo e com as vivências as pessoas deixam cada vez mais transparecer aspectos internos que não são mais contidos. São pessoas que não conseguem conter o aspecto de Sombra, o lado ruim, que todos temos. As vezes é um momento de choque quando percebemos estas situações, seja com um familiar, que muitas vezes admiramos, com um amigo querido ou mesmo com um conhecido que de repente comete um, ou uma série, de atos totalmente fora do contexto natural. Desde coisas simples como pequenos furtos até coisas inomináveis. Neste momento é como se perdessemos as esperanças tamanho é a decepção. E quando a mudança percebida começa a se tornar permanente a frustração cresce.

Na verdade todos mudamos. O tempo todo.

Perceber as mudanças é que é uma tarefa complicada. Reconhecer as mudanças, fazer as correções devidas, assumir as responsabilidades é realmente uma tarefa complexa. Mas é uma das atividades com que nos comprometemos ao retornar para uma vida física.

O exercício de observar isto nos outros é ótimo como preparação para fazer o mesmo com a nossa vida. E, neste ponto, a sinceridade é muito importante. É preciso se coerente, não podemos usar dois pesos e duas medidas, ou seja, é preciso avaliar os outros e a nós mesmos usando a mesma medida, o mesmo peso.

E um fato importante. É um análise, uma observação, não deve se transformar em um julgamento, uma condenação!!

Estamos todos aqui no planetinha azul em fase de aprendizagem, de experimentação e crescemos com isto, avançamos com nossos erros e acertos. Julgar e punir excessivamente estes atos só atrapalha a aprendizagem.

É hora de começar, é sempre hora de começar!

Atentividade


Observar-se, analisar-se, ficar atento ao que acontece com o nosso próprio ser.

Esta é uma atividade muito importante e requer muita força de vontade para enfrentar o que vamos encontrar. A sinceridade e a franqueza com o nosso próprio Eu é um ponto que precisamos focar pois só assim poderemos progredir.

A metáfora de jogar o lixo para debaixo do tapete é muito útil. Principalmente quando notamos que a empregamos mais do que devíamos. Isto ocorre sempre que nos defrontamos com algo em nosso ser que não nos agrada, com algo com o qual não estamos preparados para enfrentar no momento ou mesmo algo que não queremos enfrentar.

Jogar para debaixo do tapete o lixo é uma saída rápida, é mais fácil negar o que sentimos, o que aconteceu, do que enfrentar e resolver a questão. O maior problema é que continuaremos a perder energia enquanto a situação não for resolvida. O problema vai continuar a atuar em nosso inconsciente e prejudicar a nossa vida e as nossas relações interpessoais.

Em grande parte das vezes a solução é bem simples e prática, mas ao mantermos o problema dentro de nossa mente esta acaba por fantasiar e aumentar muito a questão, transformando um simples contratempo em algo imenso. Assim, presos em nossas confabulações mentais nos tornamos ainda mais ligado na perda de energia, o que vai nos desgastar muito ao longo do tempo.

Ao contrário, quando encaramos a questão de frente e buscamos uma solução racional podemos encerrar a perda energética e também estancamos a perda de tempo que a mente iria ter criando fantasias sobre a questão.

A chave para resolver este dilema, qual seja: resolver o problema ou jogar para debaixo do tapete, é começar aos poucos. Resolva pequenos problemas e pequenas situações, fale, expresse a sua opinião, coloque para fora aquilo que está incomodando você no momento. Faça isso aos poucos e vá se acostumando com esta rotina. Você irá se surpreender com o quanto é simples resolver a maioria das coisas que nos aborrece ou preocupa.

Mas o importante: comece com pequenas coisas, comece aos poucos.

Impedimentos


As dificuldades que enfrentamos quando vamos iniciar um tratamento, fazer uma aplicação de Reiki ou mesmo fazer uma iniciação podem ter várias razões.

Quantos de nós já tentamos fazer algo deste tipo e fomos impedidos pelas mais diversas razões, algumas inclusive quase que cinematográficas e outras de tão bobas que parecem absurdamente reais.

Tudo começa com a vontade de mudar. Sair de uma situação que já não nos agrada, que não satisfaz a nossa necessidade. Esta mudança acontece inicialmente no nível inconsciente, uma informação de nosso Eu Superior. A partir deste momento começam a chegar ao consciente diversos sinais que indicam o novo caminho a seguir. Surgem então as sincronicidades, encontros aparentemente casuais com pessoas, locais e eventos que irão permitir a mudança.

Mas o nosso consciente ainda demora um pouco para se dar conta desta nova realidade, desta forma acaba muitas e muitas vezes lutando contra ela. Seja com afirmações de que não precisamos, que estamos bem, seja com negações, levantando barreiras de orgulho, desanimo.

É um processo de auto-sabotagem. Negamos aquilo que mais precisamos. E lutamos, muitas vezes com todas as nossas forças contra o movimento que mais desejamos, que irá nos auxiliar mais.

Outra face desta questão diz respeito a espiritualidade. A medida em que afundamos em problemas, dificuldades e desequilíbrios variados vamos baixando nossa vibração e perdendo nossa energia. Assim acabamos por atrair consciências extra-físicas, espíritos, que se afinizam com nosso estado atual e que permanecem ao nosso lado absorvendo toda a sorte de energias negativas que nos acostumamos a gerar. Quando ensaiamos algum movimento em direção a uma mudança estas amizades astrais se opõem fortemente, já que não querem perder a fonte de suas energias. Empregam então diversos meios para evitar que possamos modificar nosso estado, indo desde a influência mental até o uso de suas habilidades negativas para influenciar nosso ambiente e pessoas próximas a nós. É quase uma sincronicidade negativa, ou reversa. Pois tudo aquilo que pode nos prejudicar é atraído.

A possibilidade de mudança também é um ponto importante a ser observado. O ser humano se acostuma com as mais bizarras situações e formas de viver. Desde as mais tristes até as mais alegres, mas todas trazem no seu cerne uma fuga da realidade e da forma natural que todos nós temos direito. Ou seja, ao estarmos acostumados com a situação nós mesmos tratamos de impedir qualquer acontecimento que possa modificar este status. Somos o nosso mais ardoroso inimigo, por mais que isso nos afigure imponderável é o que acontece.

Também precisamos considerar que outras pessoas com as quais vivemos não querem, nem pensam em permitir que nos tornemos autônomos para então escaparmos da ilusão e da dominação imposta por eles. Somos agora fonte de outras energias, tais como reputação, fama e dinheiro. Qualquer método será empregado para nos demover de nossa ainda incipiente vontade de mudar e de crescer.

Será preciso uma análise sincera, uma observação imparcial de todas estas questões para que se torne possível a mudança, que nem sempre é positiva ou mesmo fácil em um primeiro momento. Já que romper com padrões arraigados por anos é algo realmente complicado.

Mas é possível, e tudo muda no Universo, o tempo todo. Deus olha para cada um de nós, assim sempre existe um momento especialmente dedicado a nós, onde tudo correrá da melhor forma e o melhor se fará em nossa vida.

Reiki e Magnified Healing


Tanto o Reiki quanto o Magnified Healing (MH) são duas ótimas técnicas de cura. Entretanto, apresentam entre si algumas diferenças marcantes. Podemos utilizar as duas técnicas separadamente ou mesmo em conjunto em aplicações nos clientes. A transição de uma para outra normalmente é muito suave e sutil, mas com o tempo aprendemos a perceber a mudança.

O meu foco do Reiki é o uso para aplicações em outras pessoas, mesmo que eu o utilize em auto-aplicações me sinto mais a vontade quando ofereço para os outros.

Já no MH acontece o contrário, mesmo que eu utilize a técnica em tratamentos de outras pessoas o foco, no meu caso, é mais para uso próprio.

A energia de MH tem uma qualidade diferente da energia do Reiki. Soa um pouco mais suave, um pouco mais sutil. Além disto sempre temos a presença da Kwan Yin quando estamos aplicando, esta presença é muito amorosa e preenche o ambiente com uma calma e uma certa luminosidade, as vezes rosa, as vezes lilás.

A energia do Reiki é mais direta, focada, eu diria talvez até mais forte e densa. No Reiki não existe a figura de uma divindade como a Kwan mas mesmo assim muitos mentores e amparadores se fazem presentes durante a aplicação.

Magnified Heling possui uma estrutura mais rígida de trabalho. A técnica consiste de vários passos que são aplicados tanto em si mesmo como em outras pessoas. O Reiki já permite uma alteração bem variada na forma de aplicar.

Como eu intercalo na aplicação do Reiki o MH eu faço aplicações pontuais de MH, ou seja, eu não executo toda a série de movimentos, normalmente eu aplico no chakra cardíaco.

No MH a energia flui de uma mão para outra, diferente do Reiki onde aplicamos com uma, ou com as duas, mãos. Assim coloco uma mão na frente do chakra cardíaco e a outra nas costas, em oposição. Desta forma a energia passa pelas duas posições do chakra, a frontal e nas costas. No Reiki aplicaríamos as duas mãos na frente e depois as duas mãos nas costas.

MH também trabalha mais com um foco maior nos carmas vinculados a cada chakra específico e o Reiki apesar de tratar disto trata outros aspectos a mais.

Ao longo do tempo tem sido muito prazeroso e útil ter as duas técnicas a disposição para efetuar os tratamentos. O Reiki já é bem conhecido e a procura é intensa enquanto que o MH está um pouco mais restrito.

Quem pode se iniciar em Magnified Healing


Qualquer pessoa pode fazer uma iniciação em Magnified Healing (MH). Também aqui, como no Reiki, não há nenhuma restrições para este momento tão especial.

Kwan Yin pede apenas que se respeite uma idade mínima, 14 anos, pois como a técnica do MH trabalha com carma é preciso que as pessoas tenham um certo tempo para adquirirem carma nesta vida atual.

Aqui também vale a questão do nível de consciência da pessoa que será iniciada. Precisamos também levar em consideração que a iniciação é para a vida toda e que não se pode voltar a trás no processo é importante que a pessoa esteja determinada a se iniciar e que isto não vá gerar posteriormente algum arrependimento. Assim uma criança muitas vezes não tem noção da amplitude da sua ação, bem como alguns adultos que não estão em plena posse de suas faculdades mentais também precisam ser cuidadosos neste momento.

De forma idêntica ao Reiki eu não vejo nenhuma possibilidade do MH causar algum tipo de mal para o iniciado, mas a capacidade de lidar mais conscientemente com os seus problemas, que é um fator que advém da iniciação, pode causar dificuldades em pessoas que não estão acostumadas com isto.

Fora destas considerações existe apenas o medo, o receio, o desconhecimento a respeito da técnica que pode causar alguma confusão nas pessoas.

A abertura do chakra cardíaco, já que o amor e a ação compassiva são o foco do MH, provoca uma mudança na forma de ser de muitas pessoas. Para muitos de nós, acostumados a cuidar apenas de nosso umbigo a percepção da interligação que existe entre todos os seres da criação é um ponto gerador de instabilidade.

Poucas pessoas chegam ao MH e estão preparadas para o trabalho que a iniciação promove, em contrapartida muitas pessoas se dedicam ao Reiki e a outras técnicas. Esta relação é diretamente relacionada com o desenvolvimento da consciência das pessoas. Já que abrir espaço em nossas vidas para ficar atento as necessidades dos outros não é algo que se possa lidar com facilidade. No máximo nos preocupamos com o nosso núcleo familiar mais próximo, pai, mãe e filhos. Para muitos o restante dos seres humanos parece habitar algum local distante e remoto, com o qual não temos nenhuma responsabilidade ou ligação. É um grande engano, mas compreensível. Principalmente pela amada Kwan Yin, em seu imenso amor e compaixão por todos os seres do mundo ela não se permite este tipo de sentimento, segue confiando que cada um de nós terá o seu momento especial de mudança e, com todo a certeza, ela estará lá para nos auxiliar e amparar.


Quem pode fazer uma iniciação em Reiki


Qualquer pessoa pode fazer uma iniciação em Reiki. Não há nenhuma restrições para este momento tão especial.

Existem algumas recomendações, algumas considerações sobre o momento ideal.

Talvez a mais importante delas diga respeito a idade mínima. Tomando por base a informação da Barbara Brennan, no livro Mãos de Luz, onde ela afirma que o sistema energético do ser humano só está completamente formado a partir dos 7 anos em média.

Então é interessante respeitar este limite mínimo, no geral recomendo que seja respeitado. Mas em situações extremas nas quais o Reiki será muito benéfico, como em casos de doenças graves ou raras, pode-se iniciar alguém antes dos sete anos.

Outro ponto a ser verificado é o nível de consciência da pessoa que será iniciado. Levando-se em consideração que a iniciação é para a vida toda e que não se pode voltar a trás no processo é importante que a pessoa esteja determinada a se iniciar e que isto não vá gerar posteriormente algum arrependimento. Assim uma criança muitas vezes não tem noção da amplitude da sua ação, bem como alguns adultos que não estão em plena posse de suas faculdades mentais também precisam ser cuidadosos neste momento.

Não vejo nenhuma possibilidade do Reiki causar algum tipo de mal para o iniciado, mas a capacidade de lidar mais conscientemente com os problemas, que é um fator que advém da iniciação, pode causar dificuldades em pessoas que não estão acostumadas com isto.

Fora destas considerações existe apenas o medo, o receio, o desconhecimento a respeito da técnica que pode causar alguma confusão nas pessoas.

Eu sempre digo que costumo fazer um trabalho de convencimento das pessoas para que se iniciem no nível I, depois disto não faço nenhum tipo de pressão para que a pessoa continue, nem mesmo costumo lembrar que o II está disponível. A própria pessoa percebe os benefícios que obtém com o Reiki e, com o aumento do seu nível de energia, com o aumento do seu nível de consciência ela irá procurar continuar a caminhada.

Mas para começar é preciso dissipar o medo e o receio que muitas pessoas ainda possuem.

Entretanto, é muito agradável quando encontramos pessoas decididas que sabem que querem e precisam do Reiki e são bem diretas quando falam da iniciação, marcando data e definindo o melhor momento.

Ritmo Alfa do cérebro


O ritmo alfa

Hans Berger é creditado com a descoberta do ritmo alfa humano em 1924 (Empson, 1986). O primeiro padrão Berger é reconhecível no EEG humano foi uma forma de onda dominante relativamente estável, síncrono de cerca de dez ciclos por segundo, que ocorreu principalmente quando os olhos estavam fechados e durante estados de relaxamento. Berger também observou que o alfa foi substituído pelas ondas beta, quando os olhos se abriram ou quando o indivíduo estava envolvido na atividade mental, tais como cálculos aritméticos. Para Berger, as ondas alfa representa uma forma de funcionamento automático, um estado de prontidão elétrica que existe quando o paciente está acordado e consciente, mas desatento. Em 1934 (Adrian & Matthews, 1934), um consenso foi alcançado que a atividade alfa foi relacionado para o alívio de ambos atividade visual e atenção (Klinger, Greqoire & Barta, 1973). A relação de alfa para tanto o sistema visual / oculomotor e atividade mental tem sido um fator importante na investigação biofeedback alfa.

Na maioria dos indivíduos há uma freqüência alfa razoavelmente consistentes em torno de 10 ciclos por segundo (Wieneke, Deinema, Spoelstra, Storm van Leeuwen, e Versteeg, 1980). Embora a gama alfa é geralmente definido como 8-12 Hz, dentro desta gama de freqüência alfa real dominante varia entre os indivíduos (Schwibbe, Bruell, & Becker, 1981), nos indivíduos ao longo do tempo em função das diferentes condições (Banquet, de 1972, 1973), e no cérebro de alguns indivíduos ao mesmo tempo (Inouye, Shinosaki, Yagasaki, e Shimizu, 1986). Esta variação do ritmo alfa, dentro e entre indivíduos ilustra a natureza complexa e peculiar do fenômeno. Além disso, diversas variáveis foram correlacionados com o ritmo alfa de várias maneiras.